Como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) pode impactar na sua saúde a longo prazo?

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Como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) pode impactar na sua saúde a longo prazo?

Se você for diagnosticada com SOP, existe um risco maior de desenvolver os seguintes problemas de saúde

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Se você for diagnosticada com SOP, existe um risco maior de desenvolver os seguintes problemas de saúde ao longo do tempo:

 

Resistência insulínica e diabetes – Se a sua glicose no sangue fica fora do normal, o diabetes pode aparecer. Estima-se que 10% a 20% das mulheres com SOP podem vir a desenvolver diabetes em algum momento. E se ela não for tratada, poderá trazer danos aos órgãos do seu corpo. Se você foi diagnosticada com SOP, o risco de desenvolver diabetes aumenta se:

 

  • Você tiver mais de 40 anos
  • Tiver parentes que tenham diabetes
  • Tiver desenvolvido diabetes durante a gravidez
  • For obesa (índice de massa corpórea acima de 30)

 

Pressão Alta – Mulheres com SOP tendem a apresentar pressão alta, o que está mais relacionado com a resistência insulínica e obesidade, que com a SOP em si. A pressão alta também pode levar a doenças do coração e, por isso, deve ser tratada.

Impactos da SOP a longo prazo

 

Doenças cardiovasculares – O desenvolvimento de doenças cardíacas está relacionado a outras condições como diabetes e pressão alta. Se você não apresenta nenhuma destas condições, não há evidências claras de que você terá complicações só porque apresenta SOP. Se você tem colesterol alto, é importante que converse com seu médico, para avaliar o melhor tratamento e assim diminuir o risco de ter problemas cardíacos.

 

Câncer – Com menos menstruações (menos de três ao ano), o endométrio (tecido interno do útero) pode ficar mais espesso e levar ao câncer de endométrio em algumas mulheres. Existem diferentes formas de proteger o endométrio, utilizando o hormônio progestogênio. O seu ginecologista pode discutir as opções que estão disponíveis, como as pílulas anticoncepcionais ou os sistemas intrauterinos à base de hormônio.

 

Depressão e alterações de humor – Os sintomas da SOP podem afetar a forma como você se enxerga e como você acredita que os outros lhe vêem. Isso pode diminuir a sua auto-estima.

 

Referências bibliográficas:

  1. MORAES LAM et al. Síndrome dos Ovários Policísticos in Projeto Diretrizes — Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Disponível em: https://diretrizes.amb.org.br/_BibliotecaAntiga/sindrome-dos-ovarios-policisticos.pdf. Acessado em 30.Ago.2013.
  2. Portal da Saúde. Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo in Serviços: Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Disponível em: https://antigo.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/11/Ovarios-Policisticos-julho2019.pdf. Acessado em 30.Ago.2013.
  3. NIH. Polycystic Ovary Syndrome (PCOS): Condition Information. Disponível em: http://www.nichd.nih.gov/health/topics/PCOS/conditioninfo/Pages/default.aspx. Acessado em 30.Ago.2013.
  4. RCOG. Polycystic Ovary Syndrome, Long-Term Consequences (Green-top 33). Disponível em: http://www.rcog.org.uk/womens-health/clinical-guidance/long-term-consequences-polycystic-ovary-syndrome-green-top-33. Acessado em 30.Ago.2013.

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Sangramento Uterino Anormal

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Sangramento Uterino Anormal

O Sangramento Uterino Anormal (SUA) por ser um sangramento com características diferentes da menstruação atualmente é definido como a perda excessiva de sangue menstrual, que interfere na qualidade de vida física, social, emocional e/ou material da mulher (ref: HMB.

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Sangramento Uterino Anormal

O Sangramento Uterino Anormal (SUA), por ser um sangramento com características diferentes da menstruação, atualmente é definido como a perda excessiva de sangue menstrual, que interfere na qualidade de vida física, social, emocional e/ou material da mulher (ref: HMB. Nice Clinical Guidelines 44).

 

Ocorre em 30% mulheres anualmente e são responsáveis por cerca de 20% das consultas ginecológicas.

 

No entanto, apesar de tão frequente, muitas mulheres que sofrem com o SUA não consideram suas menstruações anormais, 59% das mulheres diagnosticadas com SUA consideravam suas menstruações normais e 41% delas acham que não existe tratamento disponível. (Bitzer J, Serrani M, Lahav A. Women’s attitudes towards heavy menstrual bleeding, and their impact on quality of life. Open Access J Contracep. 2013;4:21-28.).

 

O referido sangramento pode ocorrer em qualquer idade entre a menarca (primeira menstruação) e menopausa (última menstruação), sendo mais frequentes próximos a estes extremos da vida reprodutiva da mulher, logo após a menarca e na perimenopausa.

 

O SUA interfere na qualidade de vida e bem-estar físico, emocional ou social da mulher E ainda pode vir acompanhado de outros sintomas. Um estudo realizado com mais de 6.000 mulheres demonstrou que:

 

• 83% consideram que o sangramento excessivo impacta em suas atividades diárias
• 75% disseram que sua menstruação era um grande inconveniente para suas vidas
• 68% evitam atividades sociais quando a menstruação é intensa
• 91% se consideram limitadas em sua capacidade de realizar atividades esportivas
• 80% acham que o sangramento atrapalha seu trabalho
• 82% consideram que o sangramento atrapalha seu relacionamento amoroso

 

Vale lembrar que as mulheres com problemas de obesidade ou as que tem histórico familiar de sangramento excessivo, fazem parte do grupo de risco para a SUA.

 

Existem diversos tratamentos para o sangramento uterino anormal, que podem ser medicamentosos ou cirúrgicos, a depender da intensidade do sangramento, da característica aguda ou crônica e da condição individual de cada mulher. Algumas opções terapêuticas para interromper a hemorragia menstrual são os anticoncepcionais orais, uso de DIU hormonal ou DIU Hormonal, medicações que ajudam na coagulação do sangue, além do ferro e ácido fólico associados.
A fim de investigar a presença de sangramento menstrual abundante, 12 médicos especialistas em sangramento uterino anormal do mundo todo (grupo HELP) se reuniram e criaram perguntas que dão sinais indicativos da condição:

 

• Você precisa trocar seu absorvente durante a noite ou acordar durante a noite para trocar a proteção?
• Durante os dias mais intensos, já teve sangramento que extravasou um tampão ou absorvente em menos de 2 horas?
• Você expele grandes coágulos sanguíneos durante o período menstrual?
• Você já sentiu sensação de desmaio ou falta de ar durante o período menstrual?
• Você tem de organizar suas atividades sociais em torno do seu sangramento menstrual?
• Você está preocupada em ter acidentes relacionados ao seu sangramento?

Caso responda “SIM” para alguma das perguntas acima ou suspeite que sua qualidade de vida esteja sendo afetada pelo excesso de sangramento uterino, procure seu ginecologista, pois somente ele poderá avaliar o caso e orientar quanto ao melhor tratamento.

 

Fontes:
Silva Filho AL, Rocha ALL, Ferreira MCF, et al. Sangramento uterino anormal: proposta de abordagem do Grupo Heavy Menstrual Bleeding: Evidence-Based Learning for Best Practice (HELP)*. Femina. 2015; ago 43(4):161-166.

Nice Clinical guideline 44. Heavy menstrual Bleeding. Disponível em: https://www.nice.org.uk/guidance/cg44/resources/heavy-menstrual-bleeding-assessment-and-management-975447024325, acessado em 09/01/17

Bitzer J, Serrani M, Lahav A. Women’s attitudes towards heavy menstrual bleeding, and their impact on quality of life. Open Access J Contraception. 2013;4:21–28.

Guia Prático de Condutas – Tratamento do Sangramento Uterino Anormal (Menorragia) – FEBRASGO 2014

Sangramento uterino anormal – FEBRASGO

Site Tua Saúde – Dra. Sheila Sedicias – https://www.tuasaude.com/como-tratar-a-hemorragia-menstrual/

Site CCM (sangramento menstrual excessivo) – http://saude.ccm.net/faq/3234-causas-do-sangramento-menstrual-excessivo

*O HELP é um grupo formado por 12 médicos independentes que conta com o apoio da Bayer. São eles: Agnaldo Lopes da Silva Filho (Brasil), Alessandro Gambera (Itália), Benjamin Rösing (Alemanha), Jelena Andrejeva (Rússia), Joaquin Calaf (Espanha), Juan Acuna (Colômbia), Marc-Yvon Arsenault (Canadá), Qinjie Tian (China), Sarah Gray (Reino Unido), Silvia Ciarmatori (Argentina), SiHyun Cho (Coreia do Sul), Suresh Kumarasamy (Malásia).

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Sangramento Uterino Anormal

Tromboembolismo Venoso e Contracepção

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Tromboembolismo Venoso e Contracepção

O tromboembolismo venoso (TEV) é caracterizado pela formação de coágulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou total a passagem do sangue.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
TROMBOEMBOLISMO

O tromboembolismo venoso (TEV) é caracterizado pela formação de coágulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou total a passagem do sangue. Além disso, o termo é empregado para designar a combinação de duas doenças: a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda é causada pela formação de coágulos no interior das veias profundas, geralmente ocorrendo nos membros inferiores do corpo, enquanto a embolia pulmonar é a obstrução das artérias do pulmão causada pela formação de coágulos (trombo).

 

É uma doença decorrente de condições diversas, adquiridas ou congênitas, e dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento do TEV estão aumento da idade, obesidade, cirurgia e trauma, câncer, gravidez e pós-parto, tabagismo, viagem de avião, varizes e uso de alguns hormônios. Entretanto, é uma doença rara em jovens.

 

O público feminino é mais comumente atingido pela doença devido à maior frequência de problemas genéticos que desencadeiam a trombose. Além disso, certos hormônios femininos, tanto os próprios da mulher quanto os ingeridos, tendem a provocar o aumento do processo de coagulação sanguínea em pessoas que já têm histórico familiar de trombose.
Para saber mais acesse a sessão de doenças femininas do gineco.com.br

 

Tromboembolismo Venoso e Contracepção

Fonte:

Cannegieter SC , Rosendaal FR. Pregnancy and travel-related thromboembolism. Thromb Res. 2013;131(1):S55-58.
Lensing AWA, Prandoni P, Prins MH, Büller HR. Deep-vein thrombosis. Lancet 1999; 353: 479–85.

 

Contracepção e tromboembolismo

A maioria das mulheres não possui grande chance de desenvolver tromboembolismo, visto que é uma doença rara em jovens. sendo assim por esse motivo não possuem nenhuma contra indicação para o uso de quaisquer métodos contraceptivos.

 

No entanto, existem algumas mulheres que têm aumento de chance de desenvolver trombose ou que já tiveram e assim possuem restrições a certos contraceptivos, isso porque todos os contraceptivos combinados (pílulas, adesivo, anel vaginal, injeção mensal), ou seja, que contêm 2 tipos de hormônios femininos, o estrogênio e progesterona, aumentam o risco de desenvolver a doença.

 

A gestação nessas mulheres deve ser bem planejada, pois a gravidez e o pós-parto aumentam ainda mais o risco de desenvolver tromboembolismo.

 

Para essas mulheres, opções seguras são as opções sem hormônios ou contendo somente progesterona. Sendo que a eficácia é muito importante, os métodos mais indicados são os métodos de longa ação (LARCs da silga em inglês). são eles: DIU hormonal também conhecido como DIU Hormonal, DIU de cobre e implante.

materia-candidiase

Vale ressaltar que algumas mulheres com alto risco de desenvolver tromboembolismo às vezes utilizam anticoagulantes que podem aumentar o fluxo menstrual. assim a opção do DIU Hormonal torna-se interessante já que também é indicado para reduzir o fluxo menstrual.

 

Caso você deseje saber se tem um aumento do risco para tromboembolismo ou deseja discutir mais sobre as características de cada método, procure o seu ginecologista; ele é a pessoa mais indicada para fazer essa avaliação.

 

Fonte:

Lensing AWA, Prandoni P, Prins MH, Büller HR. Deep-vein thrombosis. Lancet 1999; 353: 479–85.

Dhont M. History of oral contracception. Eur J Contracep Reprod Health Care. 2010;15(S2):S12-18.

Braga GC, Brito MB, Ferriani RA, et al. Oral anticoagulant therapy does not modify the bleeding pattern associated with the levonorgestrel-releasing intrauterine system in women with thrombophilia and/or a history of thrombosis. Contraception.2014;89(1):48-53.

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TROMBOEMBOLISMO VENOSO
TROMBOEMBOLISMO

Que dor de cabeça é essa?

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Que dor de cabeça é essa?

Que levante a mão quem nunca sofreu com dores de cabeça. Seja depois de um dia estressante de trabalho ou por algum resfriado, a sensação de cabeça pesada e dolorida não perdoa ninguém.

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Que Dor De Cabeça E Essa

Que levante a mão quem nunca sofreu com dores de cabeça. Seja depois de um dia estressante de trabalho ou por algum resfriado, a sensação de cabeça pesada e dolorida não perdoa ninguém. Na maioria das vezes um analgésico pode resolver o incômodo. Mas como existem diversos tipos de dores de cabeça, cada um com sua característica própria, antes de se automedicar, é fundamental saber a causa da dor.

 

O tipo mais comum é a cefaleia tensional, causada por estresse, cansaço ou problemas de visão, como miopia não tratada. Pode durar horas ou dias e se intensifica com o esforço físico e mental.
Já a cefaleia em salvas é um tipo intenso e raro de causa ainda desconhecida. Pode ocorrer várias vezes ao dia, acompanhada de congestão nasal, contração da pupila, tontura e suor excessivo.

 

A enxaqueca, doença ainda sem causa definida, é o tipo mais popular de dor de cabeça e atinge milhões de pessoas no mundo, sendo que dos pacientes afetados, 80% são mulheres e 20% são homens. Suas principais características são: dor intensa em apenas um dos lados da cabeça, intolerância à luz e ao barulho, mal estar, enjoo, vômitos e tontura.

 

Que dor de cabeça é essa?

Pesquisas neurológicas indicam que a predileção pelo público feminino é determinada pelo estrogênio (hormônio feminino), principalmente se a paciente já tiver histórico familiar de enxaqueca. A queda desse hormônio no período menstrual, principalmente nos dias de tensão pré-menstrual (TPM), faz com que a enxaqueca dispare, indicando o papel do hormônio na proteção contra dores de cabeça.

 

Isso é comprovado quando observamos mulheres que têm enxaqueca e engravidam. Durante os nove meses de gestação, o corpo feminino atinge o auge de produção hormonal, incluindo de estrogênio. Com isso, 65% das grávidas apresentam melhora das dores de cabeça logo no terceiro mês de gestação, mas voltam a sentir o incômodo após o parto.

 

Caso você sofra de algum tipo de dor de cabeça, procure por um neurologista para investigar as causas, pois somente um profissional especializado é capaz de indicar o tratamento correto para o seu problema.

 

Fontes:

VARELLA, Dráuzio. Dor de Cabeça. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/letras/c/dor-de-cabeca/. Acesso em 12 de dezembro de 2016

VEJA. Por que as mulheres sofrem mais com as enxaquecas? Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/enxaqueca-e-a-mulher-por-que-elas-sofrem-mais. Acesso em 12 de dezembro de 2016.

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Qual é a incidência de trombose venosa entre mulheres?

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Qual é a incidência de trombose venosa entre mulheres?

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TROMBOSE VENOSA

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TROMBOEMBOLISMO VENOSO
TROMBOSE VENOSA

Por que a TPM influencia direto na pele?

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Por que a TPM influencia direto na pele?

Que mulher nunca ficou apavorada ao ver surgir uma espinha bem no dia de uma festa importante? Como se não bastasse estar com Tensão Pré-menstrual (TPM), os nervos estarem à flor da pele, ainda surge mais esse problema para complicar o seu dia, não é mesmo?

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Por Que A Tpm Influencia Direto Na Pele

Que mulher nunca ficou apavorada ao ver surgir uma espinha bem no dia de uma festa importante? Como se não bastasse estar com Tensão Pré-menstrual (TPM), os nervos estarem à flor da pele, ainda surge mais esse problema para complicar o seu dia, não é mesmo?

 

TPM e problemas de pele andam sempre de mãos dadas e os responsáveis por isso são os hormônios. As alterações hormonais típicas do período pré-menstrual provocam diversas mudanças no corpo feminino e entre elas estão a variação dos níveis de hidratação e oleosidade da pele, provocando a obstrução dos poros e o consequente surgimento das acnes.

 

Para controlar esse problema, é necessário manter a pele higienizada e hidratada com sabonetes e cremes específicos para amenizar a oleosidade. Ingerir muito líquido e manter uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes e verduras, evitando doces, massas e frituras também auxiliará no controle às espinhas nesse período. Além das formas de controle naturais, os anticoncepcionais orais, as famosas pílulas, ajudam a controlar os indomáveis hormônios do ciclo menstrual de uma forma prática e segura.

Por que a TPM influencia direto na pele?

 

Se o problema se tornar severo, com o aumento expressivo da acne, procure um dermatologista e/ ou um ginecologista, pois esses especialistas podem verificar o melhor tratamento para sua pele e indicar o melhor método de controle hormonal de acordo com seu organismo.

 

Fonte:

DRÁUZIO; Aparecimento da acne está relacionada com alimentação e desregulação hormonal. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/mulher-2/aparecimento-da-acne-esta-relacionada-com-alimentacao-e-desregulacao-hormonal/. Acesso em 16 de outubro de 2014.

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OUTRAS DOENÇAS
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Especial: Tudo Sobre Infecções Vaginais

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Especial: Tudo sobre infecções vaginais

Corrimento, irritação, coceira, ardor. Esses são alguns sintomas que incomodam cerca de 75% das mulheres, ao menos uma vez ao longo da vida. Os sintomas são característicos das infecções vaginais, causadas por micro-organismos e que podem se apresentar de diversas formas, dependendo do agente envolvido. Os tipos mais comuns são candidíase, vaginose bacteriana e tricomoníase.

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Métodos Contraceptivos Infecções vaginais

Corrimento, irritação, coceira, ardor. Esses são alguns sintomas que incomodam cerca de 75% das mulheres, ao menos uma vez ao longo da vida. Os sintomas são característicos das infecções vaginais, causadas por micro-organismos e que podem se apresentar de diversas formas, dependendo do agente envolvido. Os tipos mais comuns são candidíase, vaginose bacteriana e tricomoníase.

 

De acordo com a Prof. Dra. Iara Moreno de Linhares, Livre Docente da Disciplina de Ginecologia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, as infecções vaginais são o principal motivo que leva as mulheres aos consultórios de ginecologia, representando cerca de 50% das consultas. A médica também explica que o problema atinge principalmente as mulheres em idade reprodutiva e que, dependendo do tipo de infecção, pode impactar a vida nos níveis físico, emocional e sexual. Além disso, se não diagnosticadas e tratadas corretamente, podem levar a complicações, inclusive durante a gravidez.

 

Especial: Tudo Sobre Infecções Vaginais

A vagina apresenta uma flora microbiana normal, cujos principais elementos são os lactobacilos, responsáveis por produzir substâncias que inibem o crescimento de outras bactérias e permitem o bom funcionamento do sistema imune do trato genital.

 

Existem diversos tipos de infecções vaginais, que podem ser adquiridas de maneiras diferentes. Em alguns casos, por razões ainda não bem conhecidas, ocorre baixa dos lactobacilos e outras bactérias como a Gardnerella Vaginalis e anaeróbios, que se encontram na vagina em pequenas concentrações, se multiplicam e geram um quadro de vaginose bacteriana.

 

Outro tipo de infecção é a candidíase vulvovaginal, que acontece devido à queda da imunidade local, proporcionando que o fungo candida albicans, que faz parte da flora vaginal, vença os mecanismos de defesa do corpo, originando o problema. Existe ainda a tricomoníase, que é adquirida por meio do contato sexual sem proteção.

 

Ainda segundo a especialista, a mulher é mais suscetível a infecções do que o homem em função da própria anatomia e do ato sexual em si. “O sêmen possui em sua composição diversas substâncias com propriedades imunossupressoras que inibem elementos do sistema de defesa do trato genital da mulher por algumas horas. Isso acontece para que o corpo não apresente rejeição ao esperma, que certamente é estranho ao organismo feminino, e possa engravidar quando há intenção. A queda temporária das defesas associada ao trauma, ainda que leve, causado na região durante o ato sexual, cria o ambiente ideal para o aparecimento de uma infecção vaginal. Daí a importância do uso de preservativos masculinos ou femininos nas relações sexuais”, explica a Dra Iara.

 

“O principal sintoma que a mulher identifica é o corrimento vaginal. Uma vez que seja acompanhado de coceira, pode indicar um quadro de candidíase. Já no caso da vaginose bacteriana, ele vem acompanhado por um odor forte e desagradável, que piora durante as relações sexuais e no período da menstruação. A tricomoníase, por sua vez, pode ser caracterizada por uma sensação de ardência e queimação na região vaginal. Mas a mulher ainda pode apresentar uma associação das infecções. Por isso, é extremamente importante que ela procure um especialista para que sejam feitos exames clínicos e laboratoriais, para que o diagnóstico seja preciso e o tratamento adequado prescrito”, recomenda a médica.

 

Existem ainda as infecções do colo do útero, geradas por bactérias como clamídia, gonococo e micoplasmas, que, por serem geralmente assintomáticas ou apresentarem sintomas leves, podem ter seus sinais confundidos pelas mulheres e levar a complicações como infertilidade.

 

A Dra. Iara também alerta sobre o perigo da automedicação: “Se a mulher não tiver certeza do diagnóstico, que só pode ser feito por um especialista, e utilizar qualquer medicação, ela acaba gerando uma resistência microbiana e a persistência da infecção, o que é muito sério. Se a infecção não for tratada corretamente, pode evoluir e gerar complicações no útero e nas trompas, além de facilitar a contração de outras doenças como o HIV, por exemplo. Se a mulher estiver grávida, pode gerar complicações na gravidez”.

 

Fonte:

Prof. Dra. Iara Moreno de Linhares, Livre Docente da Disciplina de Ginecologia do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

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INFECÇÕES VAGINAIS
Métodos Contraceptivos Infecções vaginais

Endometriose na adolescência

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Endometriose na adolescência

A endometriose, uma doença ainda desconhecida por muitas mulheres e que pode levar à infertilidade, acomete o aparelho reprodutivo feminino antes mesmo da idade adulta, causando sofrimento desde a adolescência.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Endometriose na adolescência

A endometriose, uma doença ainda desconhecida por muitas mulheres e que pode levar à infertilidade, acomete o aparelho reprodutivo feminino antes mesmo da idade adulta, causando sofrimento desde a adolescência. A doença se caracteriza pela presença de tecido do endométrio, camada que reveste o útero e que é expelido durante a menstruação, fora da cavidade uterina. Esse tecido se aloja nos ovários, trompas, peritônio (tecido que reveste o abdômen), podendo atingir até mesmo o intestino, causando fortes dores abdominais.

 

Quando surge na adolescência, a doença é de difícil diagnóstico pois muitos dos sintomas, como as cólicas frequentes, podem ser confundidos com problemas intestinais ou serem considerados normais da fase de vida da adolescente. Muitas meninas que têm endometriose ainda não entraram na idade reprodutiva e não iniciaram sua vida sexual, portanto, não apresentam sintomas da doença que se manisfestam nessa fase como dor durante as relações sexuais e dificuldade para engravidar, o que pode dificultar ainda mais o diagnóstico.

 

Diversos estudos sobre o tema revelam que de 50% a 70% das meninas que sofrem com fortes cólicas e que não apresentam melhoras dos sintomas após uso de anti-inflamatórios ou contraceptivos orais (pílulas), ao fazer o exame de laparoscopia, são diagnosticadas com endometriose.

 

Endometriose na adolescência

Os sintomas mais comuns da endometriose em adolescentes são dores abdominais periódicas ou constantes, dor na relação sexual, fortes cólicas menstruais, problemas intestinais e até mesmo desconforto ao urinar. Segundo dados da Endometriosis Association, cerca de 66% das pacientes adultas com a doença, começaram a sentir os sintomas antes dos 20 anos. Estudos comprovam que é importante realizar uma investigação adequada, já que entre o início dos sintomas e a confirmação da doença em adolescentes pode decorrer até 12 anos, tempo suficiente para comprometer a fertilidade da paciente.

 

O tratamento para a endometriose é feito por métodos cirúrgicos ou medicamentosos. para adolescentes o melhor tratamento deve ser avaliado caso a caso pelo ginecologista. Atualmente, tratamentos inovadores têm sido desenvolvidos visando garantir a qualidade de vida das mulheres e preservar sua fertilidade.

 

Fonte:

SEPULCRI, Rodrigo de Pinho; AMARAL, Vivian Ferreira do. Endometriose pélvica em adolescentes: novas perspectivas. Disponível em: . Acesso em 17 de março de 2014.

CORRÊA, Frederico José Silva. Endometriose na Adolescência. Disponível em: . Acesso em 17 de março de 2014.

CARDOSO, Érica de Souza; ANSELMO, Neriane Magalhães; MIGUEL, Katia Jacqueline; SILVA, Alessandra Bonacini Cheraim Silva. Disponível em . Acesso em 17 de março de 2014.

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ENDOMETRIOSE
Endometriose na adolescência
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Doenças Ginecológicas de Verão

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Doenças Ginecológicas de Verão

A chegada da temporada mais quente do ano é motivo de alegria para as mulheres: muito sol, praia e piscina.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças ginecológicas de verão

A chegada da temporada mais quente do ano é motivo de alegria para as mulheres: muito sol, praia e piscina. O bronzeado é uma realidade, e a disposição para se divertir aumenta. Agora, é preciso ter cuidado porque as temperaturas mais quentes e as atividades que costumamos fazer nessa época propiciam o surgimento de doenças ginecológicas que podem significar um balde de água fria na sua curtição.

 

Todo o problema ocorre pela mudança do ambiente ginecológico causada pelos hábitos adotados durante as atividades típicas da estação. Em primeiro lugar, o uso de calcinhas de tecido sintético, bem como de trajes apertados, pode ser mais prejudicial em dias quentes. Como essas roupas acabam “abafando” demais a área genital, a temperatura ali fica mais alta e a umidade também aumenta. Além disso, nos passeios que incluem piscina e praia, é muito comum ficar com o maiô molhado nas horas após o mergulho. Essa atitude também contribui para alterar as condições físicas da região, abrindo o caminho para a proliferação de micro-organismos prejudiciais à saúde.

 

Essa mudança de hábitos no verão causa um desequilíbrio na flora vaginal, aumentando a chance do desenvolvimento de doenças como a candidíase, a tricomoníase e a vaginose bacteriana.

 

Doenças Ginecológicas de Verão

A candidíase ocorre pela multiplicação de um fungo do gênero cândida, e pode ser transmitida sexualmente, embora não seja considerada uma doença sexualmente transmissível. Já a tricomoníase é uma IST causada pelo parasita Trichomonas vaginales. Por fim, a vaginose bacteriana é causada por uma bactéria chamada Gardnerella vaginalis, e não é considerada IST.

 

A dica para evitar essas doenças é optar por tecidos naturais e roupas com caimento mais leve no verão. Além disso, quando for à piscina ou praia, leve um biquíni reserva para trocar depois do banho – para evitar a umidade excessiva do local. Se você notar alguma alteração, como corrimento ou coceira local, procure um ginecologista.

 

Fonte:

VARELLA, Dráuzio. Sexualidade. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/sexualidade/. Acesso em 27/10/2013.

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INFECÇÕES VAGINAIS
Doenças ginecológicas de verão

Depressão: mal cada vez mais comum

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Depressão: mal cada vez mais comum

A depressão é uma doença que afeta a qualidade de vida, provocando alterações de humor, da qualidade do sono, indisposição e perda do apetite, causando sensação de vazio e tristeza. estima-se que quase 17 milhões de pessoas sofram desse problema em todo mundo, mas muitas não recebem o diagnóstico correto, o que dificulta o tratamento que, em geral, tem alta probabilidade de ser bem sucedido.

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Depressão Mal Cada Vez Mais Comum

A depressão é uma doença que afeta a qualidade de vida, provocando alterações de humor, da qualidade do sono, indisposição e perda do apetite, causando sensação de vazio e tristeza. estima-se que quase 17 milhões de pessoas sofram desse problema em todo mundo, mas muitas não recebem o diagnóstico correto, o que dificulta o tratamento que, em geral, tem alta probabilidade de ser bem sucedido. De acordo com estudo realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, as mulheres estão duas vezes mais propensas a desenvolver depressão por
fatores genéticos, biológicos, reprodutivos e interpessoais, devido às alterações hormonais, gestação e dupla carga de trabalho como mães e profissionais.

 

A depressão pode ser de três tipos: transtorno depressivo maior, caracterizado por tristeza e sensação de vazio, que se repetem várias vezes por dia, durante pelo menos duas semanas; distimia, com sintomas mais amenos que podem durar até dois anos e até evoluir para o transtorno maior; e a depressão bipolar, que é o tipo menos comum e se manifesta por sintomas que variam entre a tristeza profunda e a euforia intensa.

Depressão: mal cada vez mais comum

 

Nas mulheres, a incidência da depressão é maior durante a adolescência devido as mudanças de comportamento exigidas pela sociedade e pelas alterações hormonais. Na idade adulta, o estresse da rotina profissional e os ciclos menstruais precedidos por TPM lideram os motivos para o surgimento da doença. Agressões também são causas frequentes de depressão, pois geram nas vítimas sentimentos de insegurança, culpa, isolamento social e baixa autoestima.

 

Há um tipo particular de depressão que atinge o público feminino. Trata-se da depressão pós-parto, que provoca melancolia muitas vezes pela ansiedade intensa que acomete a mulher logo após o parto devido à mudança brusca de rotina e a chegada do bebê. Normalmente esses sintomas desaparecem à medida que a mulher começa a usufruir a maternidade. porém, se este período for muito longo, é importante procurar ajuda profissional.

 

Fonte:

ABC MED; Depressão em mulheres. Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/5061/-1/depressao-em-mulheres-xcaracteristicas.html. Acesso em 03 de janeiro de 2018

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