Despertando para o verão

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Libido em alta e o que isso tem a ver com o DIU

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Libido em alta e o que isso tem a ver com o DIU

 

O calor do verão não apenas eleva as temperaturas, mas também pode ter um impacto notável no aumento do desejo sexual, a chamada libido. Não é "fake news".

Mas o que pode ser "fake news" é a ideia de que o DIU é um método contraceptivo que pode afetar a libido. Isso não é verdade. Entenda o porquê.

 

O calor e a libido

O verão é uma estação conhecida por despertar sensações de vitalidade, energia e, sim, aumentar a libido. Diversos fatores contribuem para esse fenômeno, desde a exposição ao sol, que aumenta a produção de vitamina D e melhora o humor, até a sensação de leveza proporcionada pelas roupas mais leves e pelos dias mais longos.1

Estudos destacam que a exposição ao sol está diretamente relacionada a níveis mais elevados de testosterona em homens e mulheres. A testosterona, conhecida como o hormônio do desejo, desempenha um papel crucial na regulação da libido. Portanto, é seguro dizer que o sol do verão pode ter um impacto positivo no desejo sexual.1

 

Libido e métodos contraceptivos

A chegada do verão pode levar as pessoas a questionarem seus métodos contraceptivos, seja por um aumento nas atividades sociais ou pela busca por maior conforto. Entretanto, é fundamental esclarecer que essa preocupação não se aplica aos DIUs2.

Ao contrário de alguns métodos hormonais, como pílulas anticoncepcionais2, que podem influenciar a libido de algumas mulheres, os DIUs não interferem nos níveis hormonais de maneira significativa.

 

DIU e a libido

Ao abordar a relação entre o DIU e a libido, é crucial destacar as evidências científicas. Estudos afirmam que não há diferença significativa na função sexual ou no desejo entre mulheres que usam o DIU de cobre ou hormonais e aquelas que não utilizam métodos contraceptivos.3

 

Escolha consciente para todas as estações

Ao considerar um método contraceptivo, é essencial fazer uma escolha consciente que atenda às necessidades individuais e preserve a qualidade de vida sexual. Os DIUs se destacam por não terem impacto da libido, mas também por possuírem eficácia de mais de 99% e pela comodidade.3

É importante salientar que, embora os DIUs sejam uma excelente escolha para muitas mulheres, a decisão sobre o método contraceptivo ideal deve ser discutida com quem cuida da sua saúde reprodutiva. Cada mulher é única, e as necessidades individuais podem variar, tornando a orientação profissional essencial para uma escolha informada.

 

Referências:

1. Kontula O, Väisälä L. Miten kesävaikuttaa seksuaaliseen haluun? [How does summer affect sexual desire?]. Duodecim. 2013;129(13):1375-8. Finnish. PMID: 23901739.

2. Journal of Sexual Medicine - DIU hormonal e libido

3. Caruso, S.; Palermo, G.; Caruso, G.; Rapisarda, A.M.C. How Does Contraceptive Use Affect Women’s Sexuality? A Novel Look at Sexual Acceptability. J. Clin. Med. 2022, 11, 810. https://doi.org/10.3390/jcm11030810

 

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O DIU é reversível?

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Desmistificando uma dúvida de muitas mulheres

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Desmistificando uma dúvida de muitas mulheres

 

O dispositivo intrauterino (DIU) é um método contraceptivo de longa duração, que pode durar de 5 a 10 anos1, dependendo do tipo. Apesar de ser um método contraceptivo eficaz, o DIU ainda é cercado por mitos e dúvidas. Um dos mitos mais comuns é que o DIU pode dificultar uma gravidez natural quando a mulher decide engravidar e opta por retirá-lo.

 

Mas essa afirmação é falsa2. Entenda.

 

Como funcionam os DIUs?

 

  • O DIU hormonal libera progesterona no útero, que engrossa o muco cervical, dificulta a passagem dos espermatozoides e impede a fecundação.3
  • O DIU de cobre libera íons de cobre no útero, que alteram o muco cervical e dificultam a passagem dos espermatozoides. Além disso, o cobre também pode impedir a fertilização do óvulo.4

 

Mas esse método é reversível?

Sim, o DIU é reversível. Pode ser retirado a qualquer momento, sem afetar a fertilidade da mulher. A retirada do DIU é um procedimento simples, que pode ser realizado pelo médico ou enfermeiro em consultório.2

 

Desafios na compreensão da reversibilidade do DIU

Muitas mulheres ainda não entendem completamente essa característica do DIU, o que pode resultar em receios infundados e na escolha de métodos contraceptivos menos eficazes. Um estudo recente publicado no Journal of Family Planning and Reproductive Health Care5 revelou que apenas 40% das mulheres entrevistadas compreendiam completamente a reversibilidade do DIU.

 

Mitos e informações equivocadas que chegam por aí

Várias razões contribuem para a perpetuação do mito da irreversibilidade do DIU. Algumas mulheres podem ter recebido informações imprecisas de fontes não confiáveis, enquanto outras podem ter confundido o DIU com métodos permanentes de esterilização. É fundamental abordar esses mitos, proporcionando informações claras e baseadas em evidências.

 

Na dúvida, converse com quem entende sobre o assunto

Além de desmistificar a reversibilidade do DIU, é crucial destacar a importância da orientação profissional ao escolher ou modificar métodos contraceptivos. A decisão de remover o DIU deve ser feita em consulta com um profissional de saúde, que pode discutir opções alternativas e avaliar o momento mais adequado para a remoção, considerando o seu planejamento familiar.

 

Referências:

1. Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) - Efetividade dos métodos contraceptivos

2. Machado RB, Monteiro IM, Magalhães J, Guazzelli CA, Brito MB, Lubianca JN, et al. Aspectos atuais dos contraceptivos reversíveis de longa ação. In: Contracepção reversível de longa ação. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO): 2022. [Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, no. 1/Comissão Nacional de Anticoncepção].https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/SerieZ1-2022-Contracepcao.pdf

3. Apter D, Gemzell-Danielsson K, Hauck B, et al. Pharmacokinetics of two low dose levonorgestrel-releasing intrauterine systems and effects on ovulation rate and cervical function: pooled analyses of a phase II and III studies. Fertil Steril. 2014;101(6):16.

4. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/03-CONTRACEPCAO_REVERSIVEL_DE_LONGA_ACAO.pdf. Acesso em Dez/2023.

5. Linton E, Mawson R, Hodges V, et alUnderstanding barriers to using long-acting reversible contraceptives (LARCs) in primary care: a qualitative evidence synthesisBMJ Sexual & Reproductive Health 2023;49:282-292.

 

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Consumo de álcool e a eficiência dos métodos contraceptivos

Cuidados e pontos de atenção durante a época de festas

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Cuidados e pontos de atenção durante a época de festas

 

Para muitas, as festas de final de ano muitas vezes vêm acompanhadas de celebrações e momentos de descontração, quando o consumo de álcool pode se tornar mais frequente. A interação das bebidas alcoólicas com algumas medicações já é conhecida e não recomendada. Será que isso se confirma para o uso de métodos contraceptivos também?

 

  1. Álcool e pílula anticoncepcional: uma combinação a ser evitada

    A interação entre o consumo de álcool e a pílula anticoncepcional é uma preocupação frequente. Estudos indicam que o álcool pode afetar a metabolização dos hormônios presentes na pílula. Isso significa que o fígado, que processa tanto os hormônios contraceptivos quanto o álcool, pode priorizar a quebra do álcool, reduzindo a eficácia da pílula.1

     

    É importante destacar que o impacto do álcool na pílula anticoncepcional pode variar de pessoa para pessoa e depender de fatores individuais, como a quantidade de álcool consumida e a frequência do consumo.

     

  2. Implante e injeção hormonal: considerações 

    Quanto ao implante subcutâneo e a injeção hormonal, não há evidências científicas sólidas que indiquem uma interação direta entre o álcool e a eficácia desses métodos. Entretanto, é crucial lembrar que o álcool pode comprometer o julgamento e a memória, o que pode influenciar a consistência na administração desses métodos.2

     

  3. DIU: uma opção contraceptiva segura em relação ao álcool

    Ao contrário de alguns métodos hormonais, o DIU, tanto o de cobre quanto o hormonal, é uma opção contraceptiva que não é afetada pelo consumo de álcool.2

     

    O DIU é inserido diretamente no útero, atuando localmente para prevenir a gravidez. Como sua eficácia não está vinculada a processos metabólicos no fígado, o consumo de álcool não impacta a capacidade do DIU em evitar gestações não planejadas.3

 

Considerações para todas as datas do ano

Ao fazer escolhas conscientes e considerar as particularidades de cada método contraceptivo, é sempre importante levar em consideração o seu estilo de vida. Consulte sempre um profissional de saúde para orientações personalizadas.

 

Referências:

1. Ingersoll KS, Ceperich SD, Nettleman MD, Johnson BA. Risk drinking and contraception effectiveness among college women. Psychol Health. 2008;23(8):965-81. doi: 10.1080/08870440701596569. PMID: 25160922; PMCID: PMC4148693.

2. Newman SD. Association Between Hormonal Birth Control, Substance Use, and Depression. Front Psychiatry. 2022 Feb 8;13:772412. doi: 10.3389/fpsyt.2022.772412. PMID: 35211041; PMCID: PMC8861494.

3. Apter D, Gemzell-Danielsson K, Hauck B, et al. Pharmacokinetics of two low dose levonorgestrel-releasing intrauterine systems and effects on ovulation rate and cervical function: pooled analyses of a phase II and III studies. Fertil Steril. 2014;101(6):16.

 

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O impacto positivo do DIU na vida das mulheres.

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O impacto positivo do DIU na vida das mulheres

 

A autonomia reprodutiva é um pilar fundamental na busca pela igualdade de gênero e empoderamento feminino. Neste contexto, os DIUs surgem como um aliado poderoso para as mulheres, não apenas devido aos seus benefícios físicos, mas também por conferir um significativo poder de escolha e planejamento familiar em suas vidas.

 

O uso do DIU permite às mulheres uma gestão mais efetiva da própria fertilidade, impactando positivamente em seus planos e sonhos.

 

Uma ferramenta para a autonomia

 

O DIU, seja ele hormonal ou de cobre, oferece às mulheres um controle eficaz e duradouro sobre a própria saúde reprodutiva1. Diferentemente de outros métodos contraceptivos, como a pílula, o DIU não requer ação diária, o que diminui significativamente o risco de falha devido ao esquecimento.

Além disso, a taxa de falha é de menos de 1%, tornando-o um dos métodos mais eficazes disponíveis.1

Este alto nível de eficácia significa que as mulheres podem planejar o futuro com maior segurança, sabendo que a possibilidade de uma gravidez não planejada é extremamente baixa. A liberdade de não se preocupar diariamente com a contracepção permite que as mulheres se concentrem em outros aspectos da vida, como carreira, educação, viagens, ou qualquer outro objetivo pessoal.

 

Impacto no planejamento de vida

 

Os DIUs proporcionam um período de eficácia prolongado, de 5 a 10 anos, dependendo do tipo, seja hormonal ou cobre.2 Esta característica do DIU é especialmente benéfica para aquelas que desejam focar em suas carreiras ou estudos antes de considerar a maternidade.

De acordo com um estudo nos Estados Unidos, gravidezes não planejadas não só reduzem oportunidades de estudo e de carreira, como podem também contribuir para o aumento das disparidades de renda entre homens e mulheres.3

A contracepção reversível de longa duração (LARC), categoria que inclui os DIUs e implantes, por exemplo, oferece a oportunidade de mudar esse padrão.

Os métodos LARC uma vez implantados oferecem prevenção eficaz e de longo prazo.3 Além disso, contraceptivos hormonais, possuem benefícios como redução do padrão de sangramento durante o ciclo menstrual e não impactam a libido.

Este poder de escolha é essencial para que as mulheres possam tomar decisões informadas sobre seu próprio corpo e saúde reprodutiva. Converse com quem cuida da sua saúde reprodutiva.

 

Referências:

1. Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) - Efetividade dos métodos contraceptivos

2. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/03-CONTRACEPCAO_REVERSIVEL_DE_LONGA_ACAO.pdf. Acesso em Dez/2023.

3. Caitlin Parks, Jeffrey F. Peipert. Eliminating health disparities in unintended pregnancy with long-acting reversible contraception (LARC), American Journal of Obstetrics and Gynecology, Volume 214, Issue 6,2016

 

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Modernidade x Contracepção

O que há de novo para a saúde da mulher contemporânea.

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O que há de novo para a saúde da mulher contemporânea

 

Na era da informação e da tecnologia, as mulheres buscam cada vez mais soluções que combinem eficácia, praticidade e segurança. No campo da saúde, isso não é diferente. Quando o assunto é contracepção, os métodos de longa duração (LARCs, do inglês Long-Acting Reversible Contraception) surgem como uma excelente opção para mulheres que procuram conforto e modernidade para o planejamento familiar.

 

LARCs: a melhor escolha para mulheres que buscam conforto e modernidade

 

Conhecidos também como contraceptivos de longa duração, eles são assim considerados por oferecerem contracepção de alta eficácia de 3 a 10 anos, dependendo do método escolhido, e são completamente reversíveis. Os LARCs que estão disponíveis hoje são: o DIU hormonal, o DIU de cobre ou prata e o implante hormonal, e todos têm taxa de eficácia contraceptiva acima de 99%.1

 

LARCs disponíveis atualmente no Brasil

 

DIU Hormonal2

Libera uma forma do hormônio progestina, que se concentra no útero e tem pouca absorção pelo organismo. Esse método não aumenta o risco de trombose e, além de ser indicado para contracepção, também oferece proteção endometrial pós-menopausa e tratamento de sangramento menstrual excessivo3. Hoje também existe o DIU de menor dosagem hormonal, que possui os mesmos benefícios do DIU hormonal, como: eficácia de mais de 99% e duração de 5 anos.

 

DIU de Cobre4

Torna o ambiente uterino hostil para os espermatozoides. Pode intensificar a menstruação e as cólicas em algumas mulheres, possui eficácia de mais de 99% e pode durar até 10 anos.

 

Implante Hormonal5

Trata-se de um pequeno bastão implantado sob a pele liberando hormônio progestágeno que é absorvido e circula por todo o corpo para impedir a ovulação. O padrão de sangramento pode variar, indo desde ausência total de menstruação até padrões irregulares6. Tem eficácia de mais de 99% e pode durar até 3 anos.

 

Além da contracepção: outros benefícios dos LARCs

 

Além da eficácia e praticidade, os LARCs, e especialmente o DIU, oferecem uma variedade de benefícios adicionais para a saúde da mulher. No caso do DIU hormonal, um ponto crucial é a redução significativa das cólicas menstruais e do fluxo menstrual intenso. Estudos mostram que esse método pode aliviar esses desconfortos, melhorando a qualidade de vida das mulheres que o utilizam.7

Outro benefício importante é a diminuição do risco de câncer de endométrio, um dos cânceres ginecológicos mais comuns. O DIU hormonal, em particular, tem sido associado a uma redução significativa desse risco, oferecendo não apenas contracepção eficaz, mas também uma camada adicional de proteção à saúde uterina.7

 

Modernidade e o poder de escolha

 

Ao optar pelos LARCs, as mulheres estão escolhendo métodos contraceptivos mais eficazes, que acompanham o avanço da medicina e estão alinhados a estilos de vida mais modernos. Os LARCs, por sua natureza de longa duração e eficácia comprovada, permitem que elas se concentrem em suas carreiras, estudos e atividades diárias sem a constante preocupação com a contracepção.

A modernidade na contracepção não se trata apenas de tecnologia avançada, mas também de oferecer opções que se adaptem à vida agitada e dinâmica da contemporaneidade. Os LARCs representam um passo significativo nessa direção, proporcionando uma experiência contraceptiva eficaz e adaptada aos desafios e conquistas das mulheres de hoje.

Mas lembre-se: antes de tomar uma decisão sobre qual método contraceptivo utilizar, converse com quem cuida da sua saúde reprodutiva.

 

Referências:

1. Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) - Efetividade dos métodos contraceptivos

2. Apter D, Gemzell-Danielsson K, Hauck B, et al. Pharmacokinetics of two low dose levonorgestrel-releasing intrauterine systems and effects on ovulation rate and cervical function: pooled analyses of a phase II and III studies. Fertil Steril. 2014;101(6):16.

3. Obstetrics & Gynecology - DIU hormonal e padrão de sangramento

4. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/03-CONTRACEPCAO_REVERSIVEL_DE_LONGA_ACAO.pdf. Acesso em Dez/2023.

5. Contraception Journal - Implante hormonal e peso

6. Reproductive Health Journal - Implante hormonal e padrão de sangramento

7. Hubacher D, et al. (2009). Reduction in menstrual blood loss in women using the etonogestrel-releasing subdermal implant and the 52-mg levonorgestrel-releasing intrauterine system. Obstetrics and Gynecology, 113(6), 1394-1401.

 

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DIU x Fertilidade 

Desmistificando teorias com informação de qualidade

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Desmistificando teorias com informação de qualidade

 

Existe um mito comum de que o uso do DIU pode afetar negativamente a fertilidade. Este mito é completamente infundado e não é apoiado por evidências científicas. Vamos provar.

 

O que estudos dizem x o senso comum

 

A fertilidade geralmente retorna ao normal assim que o DIU é removido. Um estudodemonstrou que as taxas de fertilidade após a remoção do DIU eram comparáveis às taxas de mulheres que nunca usaram um DIU. Este estudo envolveu 1.510 mulheres de 10 países diferentes e mostrou que 83,1% das mulheres que tentaram engravidar após a remoção do DIU conseguiram dentro de um ano.1

 

Outro estudo também apoiou essas conclusões. Realizado com 61.448 mpheres que usaram DIU, a pesquisa encontrou uma taxa de gravidez de 79,4% dentro de 12 meses após a remoção do DIU.

 

DIU hormonal, de cobre a fertilidade

 

Os dois tipos de DIU não afetam permanentemente a fertilidade. O DIU de cobre libera íons de cobre que são tóxicos para o esperma, impedindo a fertilização3.

 

Já o DIU hormonal libera progestágeno, que espessa o muco cervical, dificptando a passagem do esperma.4 O DIU é um método contraceptivo reversível, ou seja, a fertilidade da mpher geralmente retorna ao normal assim que ele é removido4.

 

No entanto, é importante ressaltar que a idade, a saúde geral e outros fatores podem influenciar a capacidade de uma mulher conceber.

 

Por que desmistificar é importante?

 

Desmistificar o mito de que o DIU afeta a fertilidade feminina. As evidências científicas mostram que a fertilidade geralmente retorna ao normal assim que o DIU é removido, com taxas de gravidez comparáveis às de mulheres que nunca usaram um DIU4.

 

Se você está considerando o DIU como um método contraceptivo, converse com a sua ginecologista para discutir suas preocupações e fazer a melhor escolha.

 

Referências:

1. Hubacher, D., Lara-Ricalde, R., Taylor, D. J., Guerra-Infante, F., & Guzmán-Rodríguez, R. (2001). Use of copper intrauterine devices and the risk of tubal infertility among nulligravid women. New England Journal of Medicine, 345(8), 561-567.

2. Sivin, I., Stern, J., Coutinho, E., Mattos, C. E. R., & el Mahgoub, S. (1991). Prolonged intrauterine contraception: a seven-year randomized study of the levonorgestrel 20 mcg/day (LNg 20) and the Copper T380 Ag IUDS. Contraception, 44(5), 473-480.

3. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). (2016). US Medical Eligibility Criteria for Contraceptive Use, 2016. MMWR Recomm Rep 65(3):1-103.

4. Tepper, N. K., et al. (2016). Safety of Intrauterine Devices Among Young Women: A Systematic Review. Contraception, 93(2), 89–95.

 

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DIU x pílula anticoncepcional: um comparativo

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DIU x pílula anticoncepcional: um comparativo

Conheça as vantagens e desvantagens de cada método

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Conheça as vantagens e desvantagens de cada método

 

As opções mais populares para a contracepção hoje são: o DIU e a pílula anticoncepcional. Ambos são eficazes, mas possuem características diferentes que podem influenciar a decisão de cada mulher. Antes de escolher o seu método contraceptivo, conheça as vantagens e desvantagens de cada e veja qual se adapta melhor ao seu estilo de vida. 

 

Comodidade1

O DIU é um método extremamente cômodo, pois, uma vez inserido, pode permanecer no útero por até 5 anos (o hormonal) e 10 anos (o de cobre ou prata), sem necessidade de preocupação diária.

 

Já a pílula anticoncepcional requer disciplina, pois precisa ser tomada todos os dias no mesmo horário para garantir sua eficácia.

 

Eficácia1

A eficácia do DIU é superior à da pílula. O DIU de cobre tem uma eficácia de aproximadamente 99%, enquanto o DIU hormonal tem uma eficácia de cerca de 99,8%.

 

Já a pílula anticoncepcional tem uma eficácia de aproximadamente 91% quando utilizada de forma típica, ou seja, considerando possíveis esquecimentos.

 

Liberação de hormônios2

O DIU hormonal libera pequenas quantidades de progestágeno diretamente no útero, o que reduz o impacto hormonal no restante do corpo.

 

Já a pílula anticoncepcional contém estrogênio e progestágeno, que são absorvidos pela corrente sanguínea e podem ter efeitos em todo o corpo. O estrogênio está associado a um aumento do risco de trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

 

Efeitos adversos3

A pílula anticoncepcional pode ter efeitos colaterais, como alterações na libido, ganho de peso, e maior risco de trombose.

 

Já o DIU, especialmente o de cobre, tem menos efeitos colaterais sistêmicos, uma vez que não contém hormônios.

 

Benefícios adicionais2

O DIU hormonal pode oferecer benefícios adicionais, como a redução da intensidade e duração do fluxo menstrual, alívio das cólicas menstruais e melhora dos sintomas de endometriose.

 

A pílula anticoncepcional também pode oferecer benefícios, como a regulação do ciclo menstrual, mas estes são contrabalançados pelos potenciais efeitos colaterais.

 

Infográfico - DIU x pílula anticoncepcional

 

Referências:

1. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). "Diretrizes para o uso de DIU em adolescentes e mulheres jovens".

2. American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG). "Long-Acting Reversible Contraception: Implants and Intrauterine Devices".

3. World Health Organization (WHO). "Medical eligibility criteria for contraceptive use".

 

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Mitos e verdades sobre o DIU

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Mitos e verdades sobre o DIU

Descubra se o que dizem sobre este método contraceptivo é verdade. Ou não.

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Descubra se o que dizem sobre este método contraceptivo é verdade. Ou não.

 

Embora a popularidade do DIU como método contraceptivo eficiente e seguro tenha crescido significativamente nos últimos anos, ainda existem muitos mitos e desinformação circulando por aí. Reunimos alguns dos principais mitos e investigamos se o que deles é dito pode ser levado em consideração. Se está em dúvida quanto a este método, com informações confiáveis e baseadas em evidências você pode fazer uma escolha melhor.

 

Mito: o DIU pode causar infertilidade

Verdade: Não existe evidência científica que suporte a ideia de que o DIU causa infertilidade. Um estudo publicado pelo Journal of Minimally Invasive Gynecology1 concluiu que não há associação entre o uso de DIU e infertilidade no futuro.  

 

Mito: o DIU é indicado apenas para mulheres que já têm filhos

Verdade: O DIU pode ser usado por mulheres de todas as idades, independente de já terem filhos ou não. Segundo as diretrizes da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO)2, o DIU é uma opção segura e eficaz para adolescentes e mulheres jovens.

 

Mito: o DIU é um método anticoncepcional que causa dor

Verdade: Algumas mulheres podem sentir desconforto ou dor leve durante a inserção do DIU, mas esses sintomas geralmente desaparecem em poucos dias. A Sociedade Americana de Ginecologia e Obstetrícia (ACOG)3 afirma que a maioria das mulheres tolera bem o procedimento.

 

Mito: o DIU pode se perder dentro do corpo

Verdade: o DIU é inserido no útero, e não pode se perder dentro do corpo.3

 

Mito: o DIU é um método anticoncepcional caro

Verdade: o custo do DIU pode variar dependendo do tipo de DIU escolhido (cobre ou hormonal) e da clínica ou hospital onde o procedimento é realizado. No entanto, quando comparado a outros métodos anticoncepcionais, o DIU é uma opção econômica a longo prazo, já que dura até 5 anos.2

 

Mito: o DIU aumenta o risco de infecções pélvicas

Verdade: Não há evidência de que o DIU aumente o risco de infecções pélvicas em mulheres saudáveis. Um estudo publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology concluiu que o risco de infecções pélvicas é baixo em mulheres que usam DIU.4

 

Mito: o DIU é um método anticoncepcional que altera o ciclo menstrual

Verdade: O DIU de cobre não altera o ciclo menstrual, mas pode aumentar o fluxo menstrual e causar cólicas mais intensas em algumas mulheres. Já o DIU hormonal pode reduzir o fluxo menstrual e até mesmo levar à amenorreia (ausência de menstruação) em algumas usuárias.3

 

Não caia em "fake news"

O DIU é um método anticoncepcional seguro, eficaz e conveniente para muitas mulheres. No entanto, como qualquer outro método anticoncepcional, ele tem suas vantagens e desvantagens, e é importante discutir todas as opções com a sua ginecologista antes de tomar uma decisão.2 

 

Referências:

1. Journal of Minimally Invasive Gynecology. "Intrauterine Device Use and the Risk of Infertility: A Systematic Review and Meta-analysis".

2. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). "Diretrizes para o uso de DIU em adolescentes e mulheres jovens".

3. Sociedade Americana de Ginecologia e Obstetrícia (ACOG). "Informações sobre o DIU".

4. American Journal of Obstetrics and Gynecology. "Risk of pelvic inflammatory disease among women using intrauterine devices".

 

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Os contraceptivos ajudam ou pioram a TPM?

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Os contraceptivos ajudam ou pioram a TPM?

Você já deve ter ouvido que sim e também que não. Vamos esclarecer.

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Você já deve ter ouvido que sim e também que não. Vamos esclarecer.

 

A TPM ( Tensão Pré- Menstrual) é, para muitas mulheres, uma visita inconveniente que bate à porta todo mês, mesmo que não tenha sido convidada. Caracterizada por uma variedade de sintomas físicos e emocionais que ocorrem no período que antecede a menstruação, a TPM pode ser leve para algumas, mas muito debilitante para outras.1

 

Uma dúvida constante é se os métodos contraceptivos podem ajudar a melhorar ou piorar esses sintomas. A ciência já tem respostas para essa pergunta. Vamos analisar essa questão e explorar como alguns métodos, especialmente o DIU, podem ser aliados valiosos na luta contra os sintomas da TPM.

 

Contraceptivos e a TPM

 

O ciclo menstrual é regulado por uma série de hormônios, principalmente o estrogênio e a progesterona. As flutuações desses hormônios são frequentemente responsáveis pelos sintomas da TPM. Muitos contraceptivos atuam justamente modulando os níveis desses hormônios, podendo, assim, influenciar os sintomas da TPM.2

 

DIU hormonal: esse DIU não só oferece proteção contraceptiva de longo prazo, mas também pode ser benéfico para quem sofre com sintomas intensos de TPM. Isso se deve ao fato de que a progesterona liberada localmente no útero pode ajudar a reduzir o sangramento e as cólicas menstruais, dois dos sintomas físicos mais comuns da TPM.2

 

Pílula anticoncepcional combinadas: essas pílulas contêm estrogênio e progesterona sintéticos. Ao estabilizar os níveis hormonais e prevenir as flutuações típicas do ciclo menstrual, muitas mulheres notam uma redução nos sintomas da TPM.2

 

Injeção hormonal: assim como o DIU hormonal, as injeções liberam uma forma de progesterona no corpo e podem ajudar a reduzir os sintomas da TPM. Por interromperem a ovulação e estabilizarem os níveis hormonais, muitas mulheres notam uma diminuição na gravidade dos sintomas.3

 

Mas, peraí: o que é melhor para você? 

 

Embora muitos contraceptivos possam ser úteis na gestão da TPM, cada mulher é única, e o que funciona para uma pessoa pode não ser ideal para outra. Algumas podem, na verdade, experimentar um agravamento dos sintomas ou efeitos colaterais indesejados ao usar determinados contraceptivos.

 

Por isso, recomendamos:

 

  1. Antes de iniciar ou trocar um método contraceptivo com o objetivo de gerenciar os sintomas da TPM, consulte um ginecologista. O profissional pode avaliar o histórico médico, os sintomas e as necessidades específicas para recomendar a melhor opção.
  2. Se você decidir usar um contraceptivo para ajudar com a TPM, monitorar seus sintomas pode fornecer informações valiosas sobre a eficácia do método e quaisquer efeitos colaterais indesejados.

 

DIU hormonal e a TPM

 

Os contraceptivos, principalmente o DIU hormonal, podem ser aliados poderosos na redução dos sintomas da TPM. Ao modularem os níveis hormonais e prevenirem as flutuações do ciclo menstrual, eles têm o potencial de proporcionar alívio para quem sofre mensalmente com o boleto da TPM. No entanto, é essencial lembrar que a resposta varia de mulher para mulher, e a orientação médica é fundamental ao considerar e avaliar opções contraceptivas.

 

Referências:

1. Yonkers, K. A., O'Brien, P. M., & Eriksson, E. (2008). Premenstrual syndrome. The Lancet, 371(9619), 1200-1210.

2. Freeman, E. W., Halbreich, U., Grubb, G. S., Rapkin, A. J., Skouby, S. O., Smith, L., ... & Constantine, G. D. (2012). An overview of four studies of a continuous oral contraceptive (levonorgestrel 90 mcg/ethinyl estradiol 20 mcg) on premenstrual dysphoric disorder and premenstrual syndrome. Journal of Women's Health, 21(4), 376-382.

3. Nappi, R. E., & Sances, G. (2015). Management of premenstrual syndrome and premenstrual dysphoric disorder. International Journal of Women's Health, 7, 493.

 

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A escolha do método contraceptivo é pessoal e geralmente está pautada em muitos fatores. A decisão de troca também. Planejamento familiar, objetivos de saúde, efeitos colaterais podem ser motivadores. Independente do que te leve a querer trocar o método, é sempre importante buscar informação, e claro, conversar com sua ginecologista.

 

Por onde começar

 

Antes de tudo, é fundamental entender que a contracepção não é uma ciência exata e o que funciona para uma pessoa pode não ser adequado para outra. Além disso, a eficácia, os riscos associados e os benefícios de cada método variam.1

 

Portanto, ao considerar a mudança de método contraceptivo, leve em conta:

 

  • Marque uma consulta: ginecologistas têm um entendimento aprofundado das diversas opções contraceptivas disponíveis e podem fornecer informações atualizadas para você tomar a melhor decisão.1
  • Avaliar a sua saúde:antes de prescrever um novo método, o médico avaliará sua saúde geral, histórico médico e necessidades específicas para garantir que o método escolhido seja seguro e eficaz.1

 

Fatores que podem te fazer querer trocar de método 

 

  • Efeitos colaterais indesejados: se você está enfrentando efeitos colaterais desagradáveis, como sangramento irregular, alterações de humor, ganho de peso ou outros sintomas associados ao método atual, pode ser hora de considerar uma alternativa.2
  • Mudanças na vida: se você está entrando ou saindo de um relacionamento, planejando ter filhos em breve ou passando por outras mudanças significativas na vida, isso pode influenciar a escolha do método contraceptivo.2
  • Conveniência: algumas mulheres preferem métodos que não exijam a tomada diária de pílulas ou procedimentos frequentes. Se o método atual não se alinha ao seu estilo de vida, pode ser interessante buscar alternativas mais convenientes.
  • Preocupações com a sua saúde: se você foi diagnosticada com uma condição médica que torna um método contraceptivo menos eficaz ou potencialmente arriscado, será essencial considerar alternativas.3
  • Idade: conforme envelhecemos, nossas necessidades contraceptivas podem mudar, especialmente ao se aproximar da menopausa.

 

A transição pode - e deve - ser suave

 

Se você decidir mudar de método, a ginecologista pode orientá-la sobre como fazer uma transição suave, garantindo a continuidade da proteção contraceptiva.

 

Referências:

1. American College of Obstetricians and Gynecologists. (2019). "Choosing a Birth Control Method." ACOG.

2. World Health Organization. (2016). "Selected practice recommendations for contraceptive use." WHO.

3. Centers for Disease Control and Prevention. (2016). "U.S. Medical Eligibility Criteria for Contraceptive Use." CDC.

 

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