Guia do bebê recém-nascido

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Guia do bebê recém-nascido

A maternidade é uma transformação na vida de toda a mulher. Desde o resultado positivo do exame de gravidez até à hora do parto, a ansiedade toma conta do coração das mamães.

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Guia Do Bebê Recém Nascido

A maternidade é uma transformação na vida de toda a mulher. Desde o resultado positivo do exame de gravidez até à hora do parto, a ansiedade toma conta do coração das mamães. Mas engana-se quem pensa que as dúvidas acabam no momento em que se pega o bebê no colo pela primeira vez.

 

Tanto para as mães de primeira viagem, quanto para as já experientes, cuidar de um recém-nascido pode ser um desafio cheio de surpresas inesperadas. Pensando nisso, preparamos um guia especial para ajudar as mulheres a passarem pelos primeiros meses de vida do neném com tranquilidade. Os choros misteriosos e as cólicas não serão empecilhos para que você curta cada sorriso do seu bebê.

 

Confira o guia completo do recém-nascido do primeiro ao sexto mês.

 

Fonte:

BABY CENTER. Recém-nascido. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/c200073/rec%C3%A9m-nascido. Acesso em 19 de fevereiro de 2015.

 

Guia do bebê recém-nascido
Primeiro Mês

Conhecendo o seu bebê

 

Foi dada a largada ao desafio de ser mãe e o primeiro mês de vida do bebê talvez seja o mais difícil para a maioria das mulheres. Afinal, é o momento das primeiras impressões e novidades, pois a mãe e a criança acabaram de se conhecer depois de meses de espera.

 

Os reflexos e a visão 3D (tridimensional) são desenvolvidos nas primeiras semanas de vida. por isso ele pode fazer gestos, barulhos e até mesmo sorrir ao reconhecer pessoas próximas, como uma resposta natural de ação e reação.

 

Pontos semelhantes a acne costumam começar a surgir na criança entre a quarta e quinta semana de vida devido a estimulação das glândulas sebáceas e pelos hormônios que passaram pela placenta durante a gravidez. Mas essas pequenas espinhas sumirão nas próximas semanas.

 

Os primeiros dias também são marcados pelas cólicas. O desconforto é causado pela falta de hormônios responsáveis pela maturação do sistema digestivo que ainda não foram liberados pelo organismo. Para amenizar as dores, a mãe deve manter uma alimentação saudável, pois pode interferir diretamente na qualidade do leite. Além disso, é recomendado massagear levemente a região abdominal do bebê, pois ajuda a aliviar as cólicas.

 

Fonte:

MINHA VIDA. Por dentro do que acontece no primeiro mês de vida do seu bebê. Disponível em: http://www.minhavida.com.br/familia/materias/13500-por-dentro-do-que-acontece-no-primeiro-mes-de-vida-do-seu-bebe. Acesso em 20 de fevereiro de 2015.

Segundo Mês

Sentindo o mundo

 

Agora que vocês já se conhecem melhor, tudo parece mais calmo, sem a ansiedade inicial das primeiras semanas de vida do bebê. Mas as descobertas estão longe de acabar.

 

No segundo mês de vida, o mundo começa a se revelar mais interessante para o seu filho. Os sentidos ficam cada vez mais aguçados e o bebê, além de descobrir o mundo, também descobre a si mesmo. É comum que, nessa fase, ele fique tocando em suas próprias mãos e pés e passe um longo tempo observando seu próprio corpo.

 

Os ossos e articulações estão mais firmes, pois já é possível erguer e girar a cabeça, esticar os braços e agarrar objetos. Os preferidos serão os mais coloridos, que chamarão mais atenção do bebê, que com dois meses conseguem enxergar até 20 cm de distância. E claro que todos serão levados à boca, sua principal ferramenta de conhecimento do mundo nessa fase.

 

A partir do segundo mês uma criança saudável geralmente tem mais apetite, os horários das refeições começarão a ser regularizados e ela pode ganhar, em média, um quilo por mês. Nessa fase as noites em claro também tendem aacabar, pois o bebê já começa a criar uma rotina e passa mais horas acordado durante o dia.

 

Fonte:

BABY CENTER. Recém-nascido. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/c200073/rec%C3%A9m-nascido. Acesso em 26 de janeiro de 2017.

Terceiro Mês

Começou a brincadeira

 

Aos três meses de vida o neném se torna mais brincalhão, se esconde atrás de objetos e adora ter companhia. Como ele já está com os sentidos mais apurados, possui mais movimentos e reconhece melhor as pessoas e objetos, respondendo rapidamente aos estímulos. Dessa forma, ele fica acordado por mais tempo durante o dia, dando apenas alguns cochilos, e dorme durantemais horas à noite, permitindo que os pais tenham mais horas de sono.

 

O neném continua colocando tudo o que pega na boca e isso será cada vez mais constante, pois seu corpo está mais forte e a cada semana ele ganha mais capacidade de locomoção e, consequentemente, alcança mais objetos. Por isso, fique atenta aos objetos deixados ao alcance de seu filho para evitar acidentes.

 

Nesse momento a linguagem começa a se desenvolver, pois a criança está cada vez mais atenta às formas de comunicação dos adultos ao seu redor para desvendá-las, alcançando seus objetivos de forma mais rápida. Pode até parecer estranho, mas elas já têm esse nível de consciência.

 

Fonte:

BABY CENTER. Recém-nascido. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/c200073/rec%C3%A9m-nascido. Acesso em 19 de fevereiro de 2015.

Quarto Mês

Os primeiros sons

 

Com a musculatura cada vez mais desenvolvida, a criança não para mais de se mexer. Vira para todos os lados, coloca as mãos e os pés na boca e até consegue sentar com a ajuda de um apoio. Como já está mais “independente”, brinca com facilidade e adora ganhar a atenção de toda a família.

 

A partir do quarto mês o bebê fica cada vez mais atento ao comportamento dos pais e outros adultos próximos. Nessa fase ele começará a soltar alguns sons chamados de balbucios. Eles não têm significado, mas já possuem intenção de comunicação, com o propósito de conseguir alimento ou atenção.

 

Aproveite essa fase cheia de energia estimulando, brincando e conversando com seu bebê, pois isso será essencial para o desenvolvimento dele.

 

Fonte:

TUA SAÚDE. Bebê com 4 meses. Disponível em: http://www.tuasaude.com/bebe-com-4-meses/. Acesso em 26 de janeiro de 2017.

Quinto Mês

Reconhecendo seu próprio nome

 

Com cinco meses o bebê já possui força e reage a situações que não o agradam, como retirar a mamadeira ou algum brinquedo de suas mãos. Além disso, já levantam os braços para pedirem por colo e expressam sentimentos por expressões faciais.

 

Nessa idade, uma criança saudável tem em média de seis a sete quilos e mede entre 55 e 70 centímetros, e deve engordar cerca 600 gramas a cada mês. Recomenda-se que a alimentação seja mantida exclusivamente com leite materno.

 

A criança já é capaz de reconhecer seu nome e de pronunciar vogais, além de expressar sua vontade por meio de gritos e balbucios, chamando a atenção para conseguir carinho e alimento.

 

Fontes:

BABY CENTER. Recém-nascido. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/c200073/rec%C3%A9m-nascido. Acesso em 19 de fevereiro de 2015.

TUA SAÚDE. Bebê com 5 meses. Disponível em: http://www.tuasaude.com/bebe-com-5-meses/. Acesso em 19 de janeiro de 2017.

Sexto Mês

Explosão de sabores

 

Completar seis meses é uma data importante na vida do seu filho, pois agora ele descobrirá um novo mundo de sabores. Nessa idade a alimentação deixa de ser exclusivamente de leite materno e água e outros alimentos devem ser introduzidos no cardápio do bebê. Mas a mudança deve ser gradual e o leite não deve ser retirado do cardápio.

 

Caso a mãe não tenha leite para amamentar, deve-se utilizar o leite artificial do tipo a ser indicado pelo pediatra. Vale ressaltar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a amamentação seja mantida até os dois anos. É indicado começar essa mudança na alimentação oferecendo sucos e papinhas bem líquidas, pois os dentinhos ainda não são fortes o bastante para a mastigação.

 

Nessa idade ele está mais observador do que nunca e adora imitar as outras pessoas e chamar a atenção balbuciando vogais e soltando alguns gritos, pois o choro não é mais a sua principal forma de comunicação. Contar histórias em voz alta e mostrar livros com desenhos coloridos aprimora a percepção de sons, formas e cores, além de construtivo para a evolução da criança, também é muito divertido.

 

Fontes:

BABY CENTER. O bebê de 6 meses. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a800076/o-beb%C3%AA-de-6-meses. Acesso em 20 de janeiro de 2017.

IG. Guia do Bebê – 6 meses. Disponível em: http://delas.ig.com.br/filhos/guiadobebe/6meses/. Acesso em 20 de janeiro de 2017.

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Exercícios Físicos na Gravidez

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Gravidez e Exercícios: A melhor combinação para a saúde da mãe e do bebê

A gestação é um período muito especial da vida de uma mulher.

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Exercícios físicos

Exercícios físicos são recomendados a todos, e em especial para grande parte das grávidas, trazendo benefícios não apenas para a futura mãe como também para o bebê.

 

A prática de exercícios físicos diminui a ocorrência de complicações obstétricas, maior controle de ganho de peso da mãe, e atua positivamente no estado psicológico, reduzindo a ocorrência de depressão e estresse.

 

Lembre-se de que alguns cuidados devem ser tomados ao praticar as atividades físicas: use roupas frescas, evite altas temperaturas e beba muita água para se manter hidratada. Também é importante conversar com seu médico sobre o uso de protetor solar, pois o sol pode aumentar as manchas na pele da gestante, principalmente na face.

 

Exercicios fisicos

As atividades físicas mais recomendadas são as praticadas na água, como hidroginástica e natação, pois evitam as forças gravitacionais, diminuindo as dores lombares e o inchaço.

 

Uma boa alternativa para prevenir a perda do tônus muscular e melhorar a flexibilidade são os exercícios posturais como ioga, pilates e RPG (Reeducação Postural Global). Algumas práticas podem ser contraindicadas em casos específicos, principalmente para mulheres com problemas cardíacos, em trabalho de parto prematuro, gravidez múltipla, feto com crescimento inadequado, entre outros. Consulte sempre seu médico para escolher a atividade ideal para esse momento.

 

Após a chegada do bebê, é bem provável que você já esteja bem cansada antes mesmo de pensar em fazer exercício. Calma, tudo voltará ao normal e a rotina tomará seu ritmo. porém, o quanto antes você voltar a se exercitar, mais fácil será para seu corpo se acostumar.

 

Saindo da maternidade, cerca de 5 Kg ou mais já ficam para trás. Mas o inchaço das mamas, a retenção de líquidos e alguns quilinhos extras acumulados podem ser mais facilmente mandados embora com a atividade física. Alguns minutos de caminhada e exercícios de alongamento e ioga podem representar momentos divertidos, de puro prazer – e só seus!

 

Aproveite para usufruir dos benefícios da atividade física e espairecer a mente. A retomada das atividades deve ser gradual e respeitar as características individuais de cada mulher.

 

Se o parto foi normal, os exercícios estão liberados após um mês, e no caso de cesariana, de um mês e meio a dois meses após o parto. Converse com seu médico para que ele lhe oriente sobre quando começar, e quais os exercícios mais adequados. Até serem liberados, você pode começar com exercícios de condicionamento e fortalecimento do corpo ainda na cama, desde os primeiros dias pós-parto.

 

Veja essas dicas para começar a se mexer:

 

  • Na cama, deitada de costas, apoie as mãos sob o abdômen, inspire profundamente e depois solte o ar lentamente. Repita esse movimento oito vezes.
  • Deitada com as pernas estendidas e um pouco afastadas, flexione os pés e gire-os lentamente para dentro e para fora, abrindo os dedos. Repita este movimento por cinco vezes.
  • Em uma superfície, deitada de barriga para cima, levante a cabeça e o tronco devagar como se fosse fazer abdominais e segure nesta posição contando até três. Relaxe. Faça este movimento cinco vezes e aumente o tempo de contração até dez segundos.
  • Deitada de lado, flexione os joelhos e braços à frente do corpo. Contraia os músculos do abdômen sem mexer a coluna. Segure nesta posição e conte até três. Gradativamente aumente o tempo de contração até chegar a dez segundos. Repita este movimento três vezes.
  • Em pé, contraia bem os glúteos, conte até três e solte. Repita este movimento 15 vezes.
  • Sentada, segure os antebraços logo abaixo dos cotovelos e eleve-os até a altura dos ombros. Segure firme e force as mãos na direção dos cotovelos contraindo os músculos do peito.

 

No segundo mês, já é hora de aumentar o movimento. Assim que seu médico lhe der o sinal verde, escolha o que lhe dá mais prazer:

 

  • Ioga e relaxamento;
  • Exercícios aeróbicos, como caminhada, esteira e bicicleta;
  • Hidroginástica ou natação;
  • Ginástica localizada ou musculação.

 

Pense em seu corpo e no seu bem-estar. Adote essa rotina de exercícios que, além de relaxantes, estimulam a circulação e auxiliam sua recuperação pós-parto.

 

Fontes:

Dr. Sérgio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

BROWN, Wendy. The benefits of physical activity during pregnancy. Journal of Science and Medicine in Sport, v. 5, n. 1, p. 37-45, 2002.

NARENDRAN, Shamanthakamani et al. Efficacy of yoga on pregnancy outcome. Journal of Alternative & Complementary Medicine, v. 11, n. 2, p. 237-244, 2005.

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CUIDADOS NA GRAVIDEZ
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Grávida sim e com cabelos lindos também

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Grávida sim e com cabelos lindos também

A gravidez é um período mágico e sensível na vida de toda mulher e exige cuidados especiais com a saúde.

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Grávida Sim

A gravidez é um período mágico e sensível na vida de toda mulher e exige cuidados especiais com a saúde. Entre as precauções estão evitar o uso de produtos químicos nesta fase, como tinturas de cabelo, produtos para alisamento e afins. Mas, nem por isso as futuras mamães precisam deixar a vaidade de lado e descuidar da aparência.

 

Principalmente nos três primeiros meses da gestação é imprescindível evitar o uso de qualquer tipo de química não só no cabelo, pois podem provocar irritação e até mesmo prejudicar o desenvolvimento do feto. As tinturas e químicas são nocivas por conter amônia que, em contato com o couro cabeludo, vão diretamente para a corrente sanguínea, podendo causar má formação do bebê e até mesmo o aborto. Cuidado também com os shampoos tonalizantes, pois estes também contém amônia.

 

A saída para permanecer linda, sem manchas no cabelo, é recorrer à técnica de luzes ou mexas com touca, mantendo a distância de 1 cm do couro cabeludo, evitando assim a absorção dos componentes químicos no organismo. Mas, antes de realizar qualquer procedimento estético, converse com o seu ginecologista para verificar se não há outros riscos à gestação.

 

Gineco – Cabelos na Gravidez

As mudanças hormonais típicas desse período também afetam a saúde dos fios, tornando-os ressecados ou oleosos, finos ou grossos, mais lisos ou encaracolados, apresentando variações fora do comum. Nesses casos, a futura mamãe deve estar atenta e trocar de shampoo e condicionador caso for necessário.

 

Mas não é preciso se desesperar. Após o parto, o organismo tende a se normalizar logo após o chamado eflúvio telógeno, período em que o cabelo começa a cair e se renovar. A queda de cabelo pós-parto deve se normalizar em poucos meses. caso contrário procure um dermatologista para avaliar a saúde dos fios.

 

Fonte:
MINHA VIDA. Passe a gravidez com os cabelos lindos. https://www.minhavida.com.br/familia/materias/4453-passe-a-gravidez-com-os-cabelos-lindos - acessado em 11.02.2021.

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Doenças Comuns na Gravidez – Virose

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Doenças Comuns na Gravidez – Virose

A gravidez, com as variações hormonais, pode afetar a imunidade da mulher, deixando-a mais exposta a doenças oportunistas, como as diversas viroses existentes.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças comuns na gravidez

A gravidez, com as variações hormonais, pode afetar a imunidade da mulher, deixando-a mais exposta a doenças oportunistas, como as diversas viroses existentes, provocando febre, vômitos, infecções, entre outros sintomas.

 

É preciso ficar atenta a qualquer anormalidade, pois alguns vírus podem atingir o bebê por meio da corrente sanguínea, prejudicando o desenvolvimento da gestação. Viroses também podem causar desidratação, outro fator preocupante que pode prejudicar a saúde da mãe e da criança.

 

A gestante não deve se automedicar, é preciso procurar pelo seu médico obstetra para que ele, de acordo com o diagnóstico, indique os medicamentos adequados para tratar a doença sem prejudicar o bebê.

 

Manter uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e minerais, ingerir muito líquido e praticar exercícios físicos (autorizados pelo seu médico) com regularidade auxiliam no fortalecimento da imunidade, fundamental para a segurança da gestação.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Virose

Fontes:

ABC DA SAÚDE. Gravidez e queixas mais frequentes. Disponível em: https://www.abcdasaude.com.br/ginecologia-eobstetricia/gestacao-e-queixas-mais-frequentes. Acesso em fevereiro de 2015.
TUA SAÚDE. Virose. Disponível em: http://www.tuasaude.com/virose/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

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Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é o aumento da pressão arterial acima de 140/90 mmHg (milímetros de mercúrio) após a 20ª semana de gestação, acompanhada pelo excesso de proteína na urina e inchaço (edema).

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças Comuns Na Gravidez

A pré-eclâmpsia é o aumento da pressão arterial acima de 140/90 mmHg (milímetros de mercúrio) após a 20ª semana de gestação, acompanhada pelo excesso de proteína na urina e inchaço (edema). O nome pré-eclâmpsia refere-se ao favorecimento da eclâmpsia, um tipo de convulsão grave para a mãe e o bebê.

 

A causa da doença ainda é desconhecida, mas acredita-se que esteja relacionada ao desenvolvimento inadequado das veias da placenta, limitando o fluxo sanguíneo. As gestantes com essa condição devem ser acompanhadas e tratadas, pois segundo o Ministério da Saúde, 13,8% das mortes maternas são causadas pela hipertensão arterial.

 

O tratamento da pré-eclâmpsia é feito por meio de dietas pobres em sal, prática de exercícios físicos e repouso adequado. Caso a pressão arterial não baixe, o médico deve receitar medicamentos que não interfiram na saúde do bebê. O acompanhamento pré–natal deve ser mais rigoroso, com mais consultas, ultrassonografias e exames de sangue para acompanhar o quadro da pré-eclâmpsia. Após o parto, a pressão deve se normalizar espontaneamente em até 12 semanas.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

Fonte:

BABY CENTER. Pré-eclâmpsia. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a700346/pr%C3%A9-ecl%C3%A2mpsia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
Moura ER, de Oliveira CG, de Castro Damasceno AK, Pereira MQ. Fatores de risco para síndrome hipertensiva específica da gestação entre mulheres hospitalizadas com pré-eclâmpsia. Cogitare Enfermagem. 2010;15(2):250-5. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/e002/18aa077e37bf06231e726f5ee85e1de630f3.pdf. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
MINHA VIDA. Pré-eclâmpsia. Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/pre-eclampsia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns Na Gravidez
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Doenças Comuns na Gravidez – Introdução

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Doenças comuns na gravidez – Introdução

A gravidez é um momento no qual o corpo da mulher sofre diversas transformações.

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Doenças comuns na gravidez

A gravidez é um momento no qual o corpo da mulher sofre diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, o corpo começa a se transformar com o crescimento do bebê e tantas alterações podem afetar o sistema imunológico da mulher, deixando-a mais suscetível a “doenças oportunistas”, que aproveitam esse momento de maior sensibilidade.

 

Muitas mulheres ficam extremamente preocupadas só de pensar em terem algum problema de saúde durante a sua gestação. Pensando nisso, preparamos um guia especial das enfermidades mais comuns entre as grávidas para ajudar a conhecer, entender e tratar as doenças que podem atingir seu corpo durante a gestação.

 

Confira o guia completo:

 

 

Doenças Comuns na Gravidez – Introdução

Fonte:

ABC DA SAÚDE. Gestação e queixas mais frequentes. Disponível em: https://www.abcdasaude.com.br/ginecologia-e-obstetricia/gestacao-e-queixas-mais-frequentes. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças comuns na gravidez
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Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

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Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

Os hormônios da gravidez deixam as mulheres mais expostas à infecções genitais e urinarias, pois relaxam os músculos dos rins e uretra, reduzindo o fluxo de urina para a bexiga, dando mais tempo para a proliferação de bactérias no líquido que, em mulheres não-gestantes, seria rapidamente eliminado do corpo.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças comuns na gravidez

Os hormônios da gravidez deixam as mulheres mais expostas a infecções genitais e urinárias, pois relaxam os músculos dos rins e uretra, reduzindo o fluxo de urina para a bexiga, dando mais tempo para a proliferação de bactérias no líquido que, em mulheres não-gestantes, seria rapidamente eliminado do corpo.

 

Os principais sintomas da infecção urinária são: dor ao urinar, vontade constante de ir ao banheiro, líquido com odor forte e presença de pus ou sangue, dores abdominais, febre, enjoo e vômito, e dores durante a relação sexual, mas muitas vezes pode ser assintomática. Se não tratada, a infecção urinária pode atingir os rins e provocar parto prematuro, colocando a vida do bebê em risco.

 

Para curar a infeção urinária a mulher deve utilizar antibióticos específicos para esse tipo de enfermidade. Apesar de não oferecerem riscos à gestação, o tratamento é feito com acompanhamento médico.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

Fontes:

BABY CENTER. Infecção urinária na gravidez. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500658/infec%C3%A7%C3%A3ourin%C3%A1ria-na-gravidez#ixzz3T6hIiNJJ. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
BEBÊ. Infecção urinária é comum durante a gravidez. Disponível: https://bebe.abril.com.br/gravidez/infeccao-urinaria-e-comum-durante-a-gravidez/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Hemorróidas

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Doenças Comuns na Gravidez – Hemorroidas

As hemorroidas são vasos do reto que se romperam por causa da prisão de ventre e causam dor, coceira e sangramento anal.

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Doenças comuns na gravidez

As hemorroidas são vasos do reto que se romperam por causa da prisão de ventre e causam dor, coceira e sangramento anal. Elas surgem devido à força feita na hora de evacuar, mas também podem aparecer durante o trabalho de parto pelo mesmo motivo.

 

É uma condição comum durante a gravidez, pois cerca de 50% das gestantes sofrem desse problema que, na maioria dos casos, desaparece dias depois do parto. Mulheres gestantes estão mais expostas a doença, pois durante esse período aumenta a circulação sanguínea no corpo e dilatação das veias abaixo dos membros inferiores pela pressão do peso do útero.

 

Manter uma dieta rica em fibras e água, praticar exercícios físicos com regularidade e não adiar as idas ao banheiro são hábitos essenciais para evitar o surgimento de hemorroidas na gravidez. Caso o problema surja e seja persistente, converse com seu médico, pois ele poderá receitar medicamento que, aliado aos hábitos acima, podem tratar a hemorroida sem prejudicar o bebê.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Hemorroidas

Fontes:

BABY CENTER. Hemorroidas. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500504/hemorroidas#ixzz3T8y1wfW2. Acesso em 27 de fevereiro de 2015

DRAUZIO VARELLA. Hemorroidas. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/cancer/hemorroidas-2/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

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Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

A anemia é uma doença comum entre as mulheres nos últimos meses de gestação, mas que deve ser tratada rapidamente.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças Comuns Na Gravidez

A anemia é uma doença comum entre as mulheres nos últimos meses de gestação, mas que deve ser tratada rapidamente. Ela é provocada pelo aumento do volume de líquido no corpo e maior absorção de ferro, já que a substância passa a ser utilizada para a produção de hemoglobinas (células vermelhas do sangue) da mãe e do bebê.

 

O tratamento é feito por meio da dieta, que deve ser rica em alimentos que contêm o mineral, como carne vermelha, verduras de folhas escuras e sucos de frutas cítricas, que devem ser tomados durante as refeições, pois potencializam a absorção do ferro. Já alimentos como café e chocolate precisam ser evitados por dificultarem a incorporação do mineral. Também pode ser feita a suplementação de acordo com a prescrição médica.

 

Quando não tratada, a anemia pode trazer consequências graves à mulher, que pode perder muito sangue durante o parto, e à criança, que corre o risco de nascer abaixo do peso. Caso sinta fraqueza e sonolência em excesso procure seu médico, pois estes são os principais sintomas da anemia.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

Fonte:

BABY CENTER. Anemia. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500558/anemia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
TUA SAÚDE. Anemia na gravidez. Disponível em: http://www.tuasaude.com/anemia-na-gravidez/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Decidi Engravidar. E agora?

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Decidi Engravidar. E agora?

Pré-Concepção Pensando na concepção, o Prof.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Decidi engravidar e agora
Pré-Concepção

Pensando na concepção, o Prof. Sérgio Peixoto – Ginecologista e Obstetra das Faculdades de Medicina da USP e do ABC e autor do livro “Pré-Natal”- criou o conceito de gravidez de ‘12 Meses’, com base em duas ideias:

 

– A gravidez é um período de sobrecarga física e emocional, em decorrência das adaptações do organismo, impostas pela gravidez; e equivale a um esforço físico de intensidade média, igual a um trabalho braçal.

 

– Ao optar pela gestação, o casal passa a viver o “clima gravídico”, esperando pelo bebê que virá. Anseiam pela falha menstrual e pelos primeiros sintomas que irão definir a gravidez. O casal já está grávido!

 

Diante disso, Prof. Peixoto lançou o conceito de “Gestação Plena”, no qual identifica o período central de 9 meses da gestação que termina com o parto e que é sucedido pela lactação. A ideia é acrescentar a esses 2 períodos, que são clássicos, um período pré-gravídico, a pré-gestação, período esse que coloca paciente e médico num diálogo franco, com o objetivo de enriquecer esse “tempo de espera” e oferecer à futura mamãe a oportunidade de se preparar para a gestação. São essas ideias que iremos mostrar nessa apresentação.

 

Decidi Engravidar. E agora?

Importante: uma gravidez já estabelecida traz consigo índices de insucessos, hoje admitidos como próprios da gestação, inevitáveis! Ao lado de perdas por aborto, parto prematuro, malformação e óbito, muitas outras situações são esperadas, o que coloca a gravidez como “estado de risco”. Isto colabora com ansiedade e medo do casal, tornando a gravidez um período nebuloso e de sucesso incerto.

 

O preparo para a gestação irá permitir avaliar condições físicas e emocionais, favorecendo o momento da gestação e um acompanhamento pré-natal com menores riscos.

 

Tempo de preparo

 

No momento do planejamento familiar em que o casal “optou pela gravidez”, abandonando todos os tipos de cuidados contraceptivos, iniciou a gestação! Começou a viagem, e os preparativos e a ansiedade já estão presentes. O médico deve participar na festa e juntos, mãe, pai e médico, iniciar um Programa de Análise para esperar por uma gravidez que virá.

 

Esse tempo de análise irá variar de caso a caso, englobando pacientes sem qualquer tipo de enfermidade e outras que podem ser portadoras de algum transtorno físico ou mesmo emocional (medo, expectativa), que nesse período poderão ser controlados, permitindo a chegada da gravidez em condições ideais.

 

Esse tempo, embora variado, tem a duração média de 3 a 4 meses, em decorrência da avaliação clínica, da interpretação dos exames laboratoriais e da orientação a ser oferecida à paciente. Esses 3 a 4 meses, em média, de espera e preparo, já pertencem à gravidez, que por isso dura 12 meses. A gestação plena, assim considerada, tem, portanto, 3 períodos intimamente relacionados:

 

Gestação Plena
Parto
Pré-Gestação Gestação Lactação
12 semanas
ou 3 meses
40 semanas
ou 9 meses
16 semanas
ou 4 meses
UM ANO DE GESTAÇÃO PLENA (*one year pregnancy)

 

Aconselhamento Pré-Concepcional (APC)

 

Ao lado do fator emocional, que será abordado de maneira fundamentada pelo casal e pelo médico, o APC envolve 3 etapas, conforme propõe o Prof. Peixoto:

 

1ª etapa: reconhecimento mútuo, casal/médico: período de abertura, com esclarecimentos e debates que procuram particularizar cada caso mediante cuidadosa análise histórica e exame físico, de modo a estabelecer um programa de avaliação;

 

2ª etapa: análise dos resultados de exames laboratoriais, a fim de propor condutas e tratamentos que se fizerem necessários até o momento da “alta pré-concepcional” que irá significar “em boas condições para engravidar!”;

 

3ª etapa: acompanhamento orientado até o momento da gestação. Embora em condições favoráveis para a gestação, o casal escolheu o momento ideal para mais adiante.

 

Quanto tempo? O que fazer?

 

É mais um detalhe na APC: casal e médico deverão abrir outro item de análise, agora direcionado para “contracepção de espera”, mediante recursos que não interfiram com a funcionalidade do ciclo menstrual e que mantenham a harmonia do casal.

 

O Papel do Médico

 

Ouvir, examinar, investigar! Envolve o rastreamento e diagnóstico de eventuais enfermidades, e as orientações que objetivam cura ou compensação. Alguns parâmetros são básicos e essenciais, dentre os quais: Papanicolau, rastreamento da diabete e do perfil infeccioso para sífilis, rubéola, toxoplasmose, citomegalovirose, hepatites e H.I.V. Estes são os principais, mas poderão variar de acordo com a particularidade de cada paciente.

 

Grupo sanguíneo e Rh serão pesquisados, ao lado de avaliação geral de condição de saúde, mediante hemograma, exames de urina e fezes, e de outros eventuais, pontuais a cada paciente, de forma a definir “condições normais”. A depender da idade materna, alguns exames devem ser envolvidos como, por exemplo, mamografia.

 

A mulher moderna planeja a gravidez em paralelo à sua formação educacional e cultural, o que condiciona o momento da gestação a idades mais avançadas. Alguns procedimentos de análise individuais serão discutidos durante o APC desde a fase de investigação às de conduta e seguimento.

 

O Papel do Casal

 

Além de discutir detalhadamente com o médico suas dúvidas, temores e expectativas, o casal deve dar atenção particular aos hábitos de vida dentre os quais, alimentação, atividade física, consumo de álcool e fumo e, eventualmente, drogas lícitas e ilícitas.

 

Deve ser incluído no programa um atendimento especial ao peso pré-gravídico e ao estado imunitário; neste particular se inclui o calendário de vacinação a ser discutido com o médico no tocante a época e cuidados específicos.

 

Papel da relação entre Médico e Casal

 

Objetiva estabelecer uma cumplicidade tanto na avaliação como na orientação oferecida; o objetivo da pré-concepção é se preparar para a prole segundo preceitos do APC. Neste, além do que já foi dito, é possível dar atenção especial para a prevenção de malformação neurológica fetal.

 

É aqui que participa o ácido fólico, que deve ser iniciado na pré-concepção e mantido por todo o período gravídico, incluindo a lactação. Sabidamente, o ácido fólico deve ser administrado em conjunto com vitaminas A, C, D, E e Complexo B, ao lado de dieta rica em proteínas de forma a assegurar oferta de matéria prima essencial à síntese do DNA, elemento fundamental para a divisão celular.

 

Lembrando que o feto em desenvolvimento exibe divisão celular contínua e constante e, portanto, necessita continuamente dessa oferta de ácido fólico que deve ser iniciada na pré-concepção e mantida até a lactação. Na mesma linha de idéias, são incluídos eventuais medicamentos utilizados em decorrência de enfermidade crônica, cuja continuidade ou não deverá ser discutida com o médico durante a APC.

 

Fonte:

Conteúdo Bayer HealthCare Pharmaceuticals / Professor Sérgio Peixoto – Professor titular do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC. Professor Associado Livre-docente de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.

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