Problemas na Gravidez

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Problemas na Gravidez

No primeiro trimestre, podem aparecer sintomas típicos, devido à fase de adaptação do organismo às mudanças hormonais.

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No primeiro trimestre, podem aparecer sintomas típicos, devido à fase de adaptação do organismo às mudanças hormonais.

 

Os problemas mais comuns são:

 

  • Enjoos e vômitos;
  • Azia;
  • Inchaços.

 

Entretanto, é possível também que ocorram problemas mais sérios durante a gestação, como descolamento da placenta, placenta baixa, placenta prévia total, eclâmpsia e pré-eclâmpsia; ou aborto espontâneo.

 

O descolamento de placenta é uma eventualidade grave. Pode ocorrer em qualquer época da gravidez acima da 20ª semana e necessita intervenção urgente para salvar o bebê.

 

Principais problemas na gravidez

Ocorre em aproximadamente 1% das gestações, ou em 6,5 para cada 1.000 partos. Existem causas traumáticas (acidentes, por exemplo) e causas não traumáticas. Dentre estas últimas está a hipertensão materna como a principal.

 

Há dois tipos de descolamento:

 

  • Descolamento com hemorragia visível: quando uma quantidade de sangue é expelida pela vagina e há uma forte dor ou contração uterina. Ocorre em aproximadamente 80% dos casos;
  • Descolamento com hemorragia invisível: quando não há sangramento visível e o único sintoma é uma forte dor ou contração uterina. A operação cesariana de urgência é geralmente indicada e há necessidade de cuidados intensivos da mãe durante e após o parto pelo risco de hemorragia grave. 

 

Placenta prévia parcial ou placenta baixa trata-se de uma implantação anormal da placenta próxima ao colo do útero. Na maioria das vezes o crescimento do útero faz com que a placenta se afaste do colo, adquirindo uma localização normal. Caso haja sangramento no início da gravidez, ou em qualquer época, o repouso, geralmente absoluto, é fundamental. Se não houver a migração para uma localização normal, o parto via abdominal (cesariana) deve ser considerado.

 

Placenta prévia total é quando a placenta encobre totalmente o colo do útero. A possibilidade de migração da placenta para uma localização normal é muito pouco provável. Caso haja sangramento no início da gravidez, ou em qualquer época, é necessário o repouso absoluto. Se não houver a migração para uma localização normal, o parto via abdominal (cesariana) deve ser considerado. Há uma grande possibilidade de descolamento da placenta e hemorragia grave.

 

Pré-eclâmpsia e eclâmpsia são doenças caracterizadas pelo aumento da pressão arterial durante a gravidez, perda de proteína na urina e aumento de peso acima de 500 g por semana, causando riscos para a mãe e para o concepto.

 

Aborto espontâneo é a morte do feto. As causas do aborto são variadas. Distúrbios da coagulação, alterações cromossômicas e doenças infecciosas são as causas mais conhecidas.

 

Fontes:

Dr. Sérgio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

RAY, J. G.; LASKIN, C. A. Folic acid and homocyst (e) ine metabolic defects and the risk of placental abruption, pre-eclampsia and spontaneous pregnancy loss: a systematic review. Placenta, v. 20, n. 7, p. 519-529, 1999.

RAYMOND, Elizabeth G.; MILLS, James L. Placental abruption: maternal risk factors and associated fetal conditions. Acta obstetricia et gynecologica Scandinavica, v. 72, n. 8, p. 633-639, 1993.

ANANTH, Cande V.; SAVITZ, David A.; WILLIAMS, Michelle A. Placental abruption and its association with hypertension and prolonged rupture of membranes: a methodologic review and meta-analysis. Obstetrics & Gynecology, v. 88, n. 2, p. 309-318, 1996.

GLANTZ, Chris; PURNELL, Leslie. Clinical utility of sonography in the diagnosis and treatment of placental abruption. Journal of ultrasound in medicine, v. 21, n. 8, p. 837-840, 2002.

FERGUSON, JAMES HENRY. Severe abruptio placentae. Clinical obstetrics and gynecology, v. 3, n. 1, p. 68-75, 1960.

BRONSTEEN, R. et al. Effect of a low‐lying placenta on delivery outcome.Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, v. 33, n. 2, p. 204-208, 2009.

CLARK, Steven L.; KOONINGS, PAUL P.; PHELAN, JEFFREY P. Placenta previa/accreta and prior cesarean section. Obstetrics & Gynecology, v. 66, n. 1, p. 89-92, 1985.

COMEAU, JAMES et al. Early placenta previa and delivery outcome.Obstetrics & Gynecology, v. 61, n. 5, p. 577-580, 1983.

ROBERTS, James M.; REDMAN, C. W. G. Pre-eclampsia: more than pregnancy-induced hypertension. The Lancet, v. 341, n. 8858, p. 1447-1451, 1993.

ALBERMAN, Eva. Spontaneous abortions: epidemiology. In: Spontaneous Abortion. Springer London, 1992. p. 9-20.

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Você sabe o que é nidação?

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Você sabe o que é nidação?

A nidação é a implantação do óvulo fecundado na parede uterina.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Você Sabe O Que E Nidacao

A nidação é a implantação do óvulo fecundado na parede uterina. Após a fecundação, que ocorre nas tubas uterinas, inicia-se a divisão celular e o embrião, chamado de zigoto nesse estágio, se move até o útero.

 

No útero o embrião com 10mm está pronto para se fixar no endométrio, camada que recobre a parede uterina com grande concentração de progesterona. Com a nidação se inicia a formação da placenta e a produção do hormônio gonadotrofina coriônica humana – HCG, o hormônio da gravidez, e se tem a confirmação da gestação.

 

Do momento da fecundação até o início da nidação pode transcorrer de 5 a 12 dias, variando de acordo com cada organismo, sendo o tempo comumente considerado pelos ginecologistas de sete dias. A fixação completa do embrião na parede do útero leva cerca de 13 dias.

 

Os sintomas mais comuns da nidação surgem no terceiro dia com cólicas e sangramentos em pequena quantidade com coloração que varia do vermelho vivo ao marrom. Por serem semelhantes aos da menstruação são confundidos com ela e se tornam motivo de desespero para as mulheres que estão tentando engravidar, pois elas acreditam que estão sofrendo um aborto espontâneo. Se os sintomas persistirem e o fluxo sanguíneo aumentar fora do período esperado para a menstruarão, procure o seu ginecologista.

Você sabe o que é nidação?

 

Fonte:
CAMBIAGHI; Arnaldo Schizzi; CASTELLOTTI, Daniella Spilborghs. “O processo reprodutivo normal” in: Fertilidade Natural. Disponível em: http://www.fertilidadenatural.com.br/pdf/capitulo03.pdf. Acesso em 14 de outubro de 2014.

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Virose e gravidez: como garantir a segurança na gestação?

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Virose e gravidez: como garantir a segurança na gestação?

A gravidez é um momento delicado na vida de toda a mulher e quando surge algum problema de saúde nesse período a preocupação com o bebê aumenta ainda mais.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Gravidez Segura

A gravidez é um momento delicado na vida de toda a mulher e quando surge algum problema de saúde nesse período a preocupação com o bebê aumenta ainda mais.

 

Para o bom desenvolvimento do feto a mãe deve estar saudável, se alimentar bem, tomar bastante líquido, praticar atividade física leve, controlar o peso, não consumir bebidas alcoólicas e cigarros. Todos esses fatores combinados auxiliam o sistema imunológico, prevenindo doenças. Mas mesmo mantendo a saúde em dia a mulher pode ser acometida por alguma enfermidade.

 

Apesar de desagradável, a virose só prejudicará o feto se atingir a corrente sanguínea, o que não é o caso dos resfriados ou outras doenças comuns causadas pelos vírus mais comuns. Se você se sentir mal, procure seu ginecologista e siga corretamente o tratamento que ele receitar. Durante a gestação os tratamentos de viroses devem ser realizados com os medicamentos específicos para gestantes. No período da recuperação, alimente-se bem, beba muita água e faça repouso. Seguindo as orientações médicas não haverá nenhum risco para você ou para o bebê.

 

Fonte: CRESCER; Gripe na Gravidez. Disponível em:
http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2014/02/gripe-na-gravidez.html. Acesso em 15 de outubro de 2014.

Virose e gravidez: como garantir a segurança na gestação?

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Gravidez Segura
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Os riscos da gravidez não planejada

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Os riscos da gravidez não planejada

Cerca de 55% das gestações no Brasil não são planejadas, apesar de haver uma série de métodos contraceptivos disponíveis.

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Os Riscos Das Gestacoes Não Planejadas

Cerca de 55% das gestações no Brasil não são planejadas, apesar de haver uma série de métodos contraceptivos disponíveis. Gravidez não planejada é aquela que não foi programada pelo casal ou pela mulher. Geralmente, é causada pela ausência ou o uso incorreto dos métodos contraceptivos e a falta de informação. Leia mais sobre algumas consequências da gravidez não planejada e como ela pode ser determinante na vida de mulheres adultas e adolescentes.

 

Consequências da gravidez não planejada

 

A decisão sobre a hora certa de engravidar está relacionada ao direito básico que todas as mulheres devem ter sobre a sexualidade. A gravidez não planejada traz uma série de mudanças:

 

  • Alterações no corpo;
  • Mudanças na casa e na rotina;
  • Aumento dos cuidados com a saúde, até porque o pré-natal é fundamental para preservar as vidas da mãe e do bebê.

 

Os riscos da gravidez não planejada

Além disso, a falta de planejamento da gravidez pode levar a situações mais graves, por exemplo:

 

  • Interferir no estabelecimento do vínculo com o bebê;
  • Interferir na decisão de amamentar;
  • Aumentar a chance de a mulher desenvolver depressão pós-parto.

 

Gravidez não-planejada na adolescência

 

As adolescentes têm maior risco de uma gravidez não planejada devido a fatores socioeconômicos, que dificultam o acesso a contraceptivos e às informações sobre sexualidade. Além disso, a adolescência é um período propenso a desafios e novas descobertas. É muito comum  os adolescentes pensarem que tudo pode acontecer com os outros, não com eles.

 

Ter um filho nesta fase da vida pode trazer alguns prejuízos ao corpo da mãe, que pode não estar completamente formado, ou seja, não está pronto para gerar um bebê. Além das transformações biológicas e psicológicas, a gravidez não planejada na adolescência é a razão de muitas evasões escolares. Cerca de 40% das mães adolescentes abandonam os estudos segundo o Fundo de População das Nações Unidas, veja os principais motivos:

 

  • Sintomas típicos da gravidez;
  • Vergonha;
  • Preconceito;
  • Pressão familiar, escolar e dos amigos.

 

Por outro lado, os casos de gravidez na adolescência diminuíram cerca de 17% de acordo com o Ministério da Saúde. A redução está relacionada à expansão de programas de saúde, a mais acesso a métodos contraceptivos e à educação sexual nas escolas.

 

Para evitar uma gravidez não planejada, procure o ginecologista. Ele poderá explicar sobre os diferentes métodos contraceptivos disponíveis e indicará o mais adequado para você.

 

Referências

 

Prietsch SO, González-Chica DA, Cesar JA, Mendoza-Sassi RA. Gravidez não planejada no extremo Sul do Brasil: prevalência e fatores associados. Cadernos de Saúde Pública. 2011;27:1906-16. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2011001000004. Acesso em: 06.12.2020

Rocha CA. Gravidez na adolescência e evasão escolar; 2009. Disponível em: https://www.gineco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/gravidez-na-adolescencia-e-evasao-escolar.pdf. Acesso em: 06.12.2020

Coelho ED, Andrade ML, Vitoriano LV, Souza JD, Silva DO, Gusmão ME, Nascimento ER, Almeida MS. Associação entre gravidez não planejada e o contexto socioeconômico de mulheres em área da Estratégia Saúde da Família. Acta paulista de enfermagem. 2012;25(3):415-22. Disponível em: https://www.gineco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/associacao-entre-gravidez-nao-planejada-e-o-contexto-socioeconomico-de-mulheres-em-area-da-estrategia-saude-da-familia.pdf. Acesso em: 06.12.2020

Brito CN, Alves SV, Ludermir AB, Araújo TV. Depressão pós-parto entre mulheres com gravidez não pretendida. Revista de Saúde Pública. 2015;49:33. Disponível em: https://www.gineco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/depressao-pos-parto-entre-mulheres-com-gravidez-nao-pretendida.pdf. Acesso em: 06.12.2020

Nações Unidas Brasil. Quase metade das gestações no Brasil não é planejada, destaca Fundo de População da ONU. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/73738-quase-metade-das-gestacoes-no-brasil-nao-e-planejada-destaca-fundo-de-populacao-da-onu. Acesso em: 06.12.2020

OPAS Brasil. Cerca de 25 milhões de abortos não seguros ocorrem a cada ano em todo o mundo. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5508:cerca-de-25-milhoes-de-abortos-nao-seguros-ocorrem-a-cada-ano-em-todo-o-mundo&Itemid=820. Acesso em: 06.12.2020

da Conceição SP, Fernandes RA. Influência da gravidez não planejada no tempo de aleitamento materno. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem. 2015;19(4):600-5. Disponível em: https://www.gineco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/influencia-da-gravidez-nao-planejada-no-tempo-de-aleitamento-materno.pdf. Acesso em: 06.12.2020

World Health Organization. WHO recommendations on antenatal care for a positive pregnancy experience: executive summary. World Health Organization; 2016. Disponível em: https://www.gineco.com.br/wp-content/uploads/2018/11/recomendacoes-da-oms-sobre-cuidados-pre-natais-para-uma-experiencia-positiva-na-gravidez.pdf. Acesso em: 06.12.2020

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Doenças Comuns na Gravidez – Virose

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Doenças Comuns na Gravidez – Virose

A gravidez, com as variações hormonais, pode afetar a imunidade da mulher, deixando-a mais exposta a doenças oportunistas, como as diversas viroses existentes.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças comuns na gravidez

A gravidez, com as variações hormonais, pode afetar a imunidade da mulher, deixando-a mais exposta a doenças oportunistas, como as diversas viroses existentes, provocando febre, vômitos, infecções, entre outros sintomas.

 

É preciso ficar atenta a qualquer anormalidade, pois alguns vírus podem atingir o bebê por meio da corrente sanguínea, prejudicando o desenvolvimento da gestação. Viroses também podem causar desidratação, outro fator preocupante que pode prejudicar a saúde da mãe e da criança.

 

A gestante não deve se automedicar, é preciso procurar pelo seu médico obstetra para que ele, de acordo com o diagnóstico, indique os medicamentos adequados para tratar a doença sem prejudicar o bebê.

 

Manter uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e minerais, ingerir muito líquido e praticar exercícios físicos (autorizados pelo seu médico) com regularidade auxiliam no fortalecimento da imunidade, fundamental para a segurança da gestação.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Virose

Fontes:

ABC DA SAÚDE. Gravidez e queixas mais frequentes. Disponível em: https://www.abcdasaude.com.br/ginecologia-eobstetricia/gestacao-e-queixas-mais-frequentes. Acesso em fevereiro de 2015.
TUA SAÚDE. Virose. Disponível em: http://www.tuasaude.com/virose/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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PROBLEMAS NA GRAVIDEZ
Doenças comuns na gravidez
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Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

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Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é o aumento da pressão arterial acima de 140/90 mmHg (milímetros de mercúrio) após a 20ª semana de gestação, acompanhada pelo excesso de proteína na urina e inchaço (edema).

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças Comuns Na Gravidez

A pré-eclâmpsia é o aumento da pressão arterial acima de 140/90 mmHg (milímetros de mercúrio) após a 20ª semana de gestação, acompanhada pelo excesso de proteína na urina e inchaço (edema). O nome pré-eclâmpsia refere-se ao favorecimento da eclâmpsia, um tipo de convulsão grave para a mãe e o bebê.

 

A causa da doença ainda é desconhecida, mas acredita-se que esteja relacionada ao desenvolvimento inadequado das veias da placenta, limitando o fluxo sanguíneo. As gestantes com essa condição devem ser acompanhadas e tratadas, pois segundo o Ministério da Saúde, 13,8% das mortes maternas são causadas pela hipertensão arterial.

 

O tratamento da pré-eclâmpsia é feito por meio de dietas pobres em sal, prática de exercícios físicos e repouso adequado. Caso a pressão arterial não baixe, o médico deve receitar medicamentos que não interfiram na saúde do bebê. O acompanhamento pré–natal deve ser mais rigoroso, com mais consultas, ultrassonografias e exames de sangue para acompanhar o quadro da pré-eclâmpsia. Após o parto, a pressão deve se normalizar espontaneamente em até 12 semanas.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Pré-eclâmpsia

Fonte:

BABY CENTER. Pré-eclâmpsia. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a700346/pr%C3%A9-ecl%C3%A2mpsia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
Moura ER, de Oliveira CG, de Castro Damasceno AK, Pereira MQ. Fatores de risco para síndrome hipertensiva específica da gestação entre mulheres hospitalizadas com pré-eclâmpsia. Cogitare Enfermagem. 2010;15(2):250-5. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/e002/18aa077e37bf06231e726f5ee85e1de630f3.pdf. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
MINHA VIDA. Pré-eclâmpsia. Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/pre-eclampsia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Introdução

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Doenças comuns na gravidez – Introdução

A gravidez é um momento no qual o corpo da mulher sofre diversas transformações.

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Doenças comuns na gravidez

A gravidez é um momento no qual o corpo da mulher sofre diversas transformações. A produção hormonal é alterada drasticamente, o corpo começa a se transformar com o crescimento do bebê e tantas alterações podem afetar o sistema imunológico da mulher, deixando-a mais suscetível a “doenças oportunistas”, que aproveitam esse momento de maior sensibilidade.

 

Muitas mulheres ficam extremamente preocupadas só de pensar em terem algum problema de saúde durante a sua gestação. Pensando nisso, preparamos um guia especial das enfermidades mais comuns entre as grávidas para ajudar a conhecer, entender e tratar as doenças que podem atingir seu corpo durante a gestação.

 

Confira o guia completo:

 

 

Doenças Comuns na Gravidez – Introdução

Fonte:

ABC DA SAÚDE. Gestação e queixas mais frequentes. Disponível em: https://www.abcdasaude.com.br/ginecologia-e-obstetricia/gestacao-e-queixas-mais-frequentes. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

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Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

Os hormônios da gravidez deixam as mulheres mais expostas à infecções genitais e urinarias, pois relaxam os músculos dos rins e uretra, reduzindo o fluxo de urina para a bexiga, dando mais tempo para a proliferação de bactérias no líquido que, em mulheres não-gestantes, seria rapidamente eliminado do corpo.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças comuns na gravidez

Os hormônios da gravidez deixam as mulheres mais expostas a infecções genitais e urinárias, pois relaxam os músculos dos rins e uretra, reduzindo o fluxo de urina para a bexiga, dando mais tempo para a proliferação de bactérias no líquido que, em mulheres não-gestantes, seria rapidamente eliminado do corpo.

 

Os principais sintomas da infecção urinária são: dor ao urinar, vontade constante de ir ao banheiro, líquido com odor forte e presença de pus ou sangue, dores abdominais, febre, enjoo e vômito, e dores durante a relação sexual, mas muitas vezes pode ser assintomática. Se não tratada, a infecção urinária pode atingir os rins e provocar parto prematuro, colocando a vida do bebê em risco.

 

Para curar a infeção urinária a mulher deve utilizar antibióticos específicos para esse tipo de enfermidade. Apesar de não oferecerem riscos à gestação, o tratamento é feito com acompanhamento médico.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Infecção Urinária

Fontes:

BABY CENTER. Infecção urinária na gravidez. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500658/infec%C3%A7%C3%A3ourin%C3%A1ria-na-gravidez#ixzz3T6hIiNJJ. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
BEBÊ. Infecção urinária é comum durante a gravidez. Disponível: https://bebe.abril.com.br/gravidez/infeccao-urinaria-e-comum-durante-a-gravidez/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Hemorróidas

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Doenças Comuns na Gravidez – Hemorroidas

As hemorroidas são vasos do reto que se romperam por causa da prisão de ventre e causam dor, coceira e sangramento anal.

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Doenças comuns na gravidez

As hemorroidas são vasos do reto que se romperam por causa da prisão de ventre e causam dor, coceira e sangramento anal. Elas surgem devido à força feita na hora de evacuar, mas também podem aparecer durante o trabalho de parto pelo mesmo motivo.

 

É uma condição comum durante a gravidez, pois cerca de 50% das gestantes sofrem desse problema que, na maioria dos casos, desaparece dias depois do parto. Mulheres gestantes estão mais expostas a doença, pois durante esse período aumenta a circulação sanguínea no corpo e dilatação das veias abaixo dos membros inferiores pela pressão do peso do útero.

 

Manter uma dieta rica em fibras e água, praticar exercícios físicos com regularidade e não adiar as idas ao banheiro são hábitos essenciais para evitar o surgimento de hemorroidas na gravidez. Caso o problema surja e seja persistente, converse com seu médico, pois ele poderá receitar medicamento que, aliado aos hábitos acima, podem tratar a hemorroida sem prejudicar o bebê.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Hemorroidas

Fontes:

BABY CENTER. Hemorroidas. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500504/hemorroidas#ixzz3T8y1wfW2. Acesso em 27 de fevereiro de 2015

DRAUZIO VARELLA. Hemorroidas. Disponível em: http://drauziovarella.com.br/cancer/hemorroidas-2/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

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Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

A anemia é uma doença comum entre as mulheres nos últimos meses de gestação, mas que deve ser tratada rapidamente.

  • PP-ANG-BRA-0005-1- 05/11/2018
Doenças Comuns Na Gravidez

A anemia é uma doença comum entre as mulheres nos últimos meses de gestação, mas que deve ser tratada rapidamente. Ela é provocada pelo aumento do volume de líquido no corpo e maior absorção de ferro, já que a substância passa a ser utilizada para a produção de hemoglobinas (células vermelhas do sangue) da mãe e do bebê.

 

O tratamento é feito por meio da dieta, que deve ser rica em alimentos que contêm o mineral, como carne vermelha, verduras de folhas escuras e sucos de frutas cítricas, que devem ser tomados durante as refeições, pois potencializam a absorção do ferro. Já alimentos como café e chocolate precisam ser evitados por dificultarem a incorporação do mineral. Também pode ser feita a suplementação de acordo com a prescrição médica.

 

Quando não tratada, a anemia pode trazer consequências graves à mulher, que pode perder muito sangue durante o parto, e à criança, que corre o risco de nascer abaixo do peso. Caso sinta fraqueza e sonolência em excesso procure seu médico, pois estes são os principais sintomas da anemia.

 

Doenças Comuns na Gravidez – Anemia

Fonte:

BABY CENTER. Anemia. Disponível em: http://brasil.babycenter.com/a1500558/anemia. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.
TUA SAÚDE. Anemia na gravidez. Disponível em: http://www.tuasaude.com/anemia-na-gravidez/. Acesso em 27 de fevereiro de 2015.

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